sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

SEM SURPRESA, A VULGARIDADE HABITUAL!...

FOTO RETIRADA DO GOOGLE
As grandes equipas de futebol, as equipas de topo, raramente dão chance aos seus adversários. Com maior ou menor dificuldade, acabam, normalmente, por alcançar os seus objectivos.

Em Portugal, estávamos habituados aos feitos do Futebol Clube do Porto que durante anos, dentro de portas não deu qualquer chance aos seus adversários e fora, conquistou um palmarés invejável, tendo conquistado 2 taças dos campeões, 1 liga europa, 1 ou 2 taças intercontinentais, tendo subido quase até ao topo na classificação dos melhores clubes da europa. 
Este ano, a equipa portista não está ao nível dos últimos anos mas mesmo jogando mal, continua à frente na classificação do campeonato nacional. Não fora isso e neste momento já levaria meia dúzia de pontos de avanço sobre os seus mais directos rivais.
O Benfica continua sem estofo para ocupar a posição cimeira do futebol português e não perdeu o último derby porque a equipa adversária desperdiçou várias oportunidades de golo. A equipa do Sporting não merecia sair derrotada mas o futebol demonstrou mais uma vez que não é uma ciência exacta. O SLB jogou muito pouco e para os verdadeiros benfiquistas que sabem apreciar a sua equipa de futebol com isenção e espírito desportista, ficou bem claro que o conjunto não tem estofo para vencer competições a nível interno e muito menos a nível europeu ou mundial.

É certo que se apurou para os oitavos-de-final da champions mas as suas exibições não foram brilhantes e no campeonato, embora siga em segundo lugar com os mesmos pontos do primeiro, não conseguiu ganhar ao Braga e empatou com o eterno rival, no Dragão.
Treinador e jogadores só têm treta e estão sempre a fazer declarações infelizes. Antes de os campeonatos e os jogos se disputarem, ganham sempre mas no final, as conquistas não correspondem às expectativas criadas.
Na taça de portugal, sem qualquer pingo de surpresa, foram aos barreiros dançar o bailinho da madeira e levaram uma lição do dito bailinho que não têm mais lugar nos próximos bailaricos. Qualquer equipa de segundo escalão se arriscaria a ganhar ao Marítimo mas esta equipa de vedetas trajando à Benfica não tem espírito de conquista e muito menos estofo para vencer uma competição com as caracteríticas da taça de portugal, em que a eliminatória se resolve a uma mão.
O JJ não passa de um medíocre treinador e o Benfica não vai sair da cepa torta enquanto não lhe der um pontapé no rabo. Agora foi a eliminação da taça, a seguir será a taça da liga e depois a champions e a liga europa. Esta equipa não tem consistência, não sabe circular a bola e desaproveita infantilmente mais de 90% das jogadas de ataque. O seu jogo é irritantemente previsível e os jogadores fazem tudo com uma lentidão impressionante, permitindo ao adversário manter facilmente as redes invioláveis.
O SLB necessita de um grande treinador que seja capaz de adoptar uma filosofia de jogo de domínio absoluto em todos os sectores, jogando em velocidade constante, não dando tréguas ao adversário, seja ele qual for.
Na champions, se o Benfica estivesse a jogar alguma coisa, tinha feito duas vitórias contra uma equipa que está uns furos abaixo do seu melhor, o Manchester e fez dois empates.
A continuar assim, os benfiquistas vão ter mais umas quantas desagradáveis surpresas.
A taça de portugal que se lixe, para o ano há mais! Agora estamos concentrados para ganhar o campeonato e a taça da liga!!! Esperem que já vão ver!!!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O TREINADOR NACIONAL MUDOU DE TÁCTICA!!!


Já começam a ser casos a mais para um seleccionador nacional

Nos primeiros jogos de apuramento da Selecção Portuguesa para o Europeu 2012, o seleccionador português empenhou-se em unir a equipa e em formar um grupo amigo e coeso e as coisas até nem lhe correram nada mal.
Porém, a partir de certa altura, vamos lá a saber porquê, começou a destruir tudo aquilo que construiu, fazendo declarações desapropriadas e inconvenientes relativamente a alguns dos atletas que foram titularíssimos na Selecção de Carlos Queiroz.
Na minha óptica, a sua atitude relativamente ao guarda-redes Quim não foi elegante e o atleta não merecia ser marginalizado.
Depois, para além de outros casos que não chegaram a sê-lo, Paulo Bento não esteve bem no caso Ricardo Carvalho que era até então titularíssimo no reduto defensivo da Selecção e que só por birra ou má vontade não continuaria a ser titular, uma vez que estava em forma e não existe melhor solução para o lugar que ele ocupa. Mesmo com razão, um seleccionador não pode dizer tudo quanto lhe vem à cabeça e, nesse sentido, devia ter evitado algumas declarações que fez em desabono do atleta.
E quando o caso Ricardo Carvalho ainda não estava esquecido, eis que surge mais um mau momento protagonizado pelo jovem seleccionador Paulo Bento, desta vez para atingir a dignidade de Bosingwa, dizendo que João Pereira e Sílvio lhe davam "mais garantias em termos emocionais e mentais".
O jogador do Chelsea não gostou desta afirmação e acabou por declarar que enquanto Paulo Bento estiver na Selecção não jogará mais.
Um treinador tem que ser forçosamente um condutor de homens, compreensivo, tolerante e leal. O treinador não pode responder à letra a situações menos felizes dos atletas. Se Paulo Bento persistir neste caminho, qualquer dia não pode contar com metade dos actuais titulares da Selecção e, para além disso, é muito feio e pouco dignificante, servir-se do cargo para levar a cabo mesquinhas vinganças.
No que me diz respeito, estou surpreendido, pois tinha uma ideia formada sobre Paulo Bento muito diferente.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

ALAN/JAVI NO RESCALDO DO BRAGA/BENFICA


Quem foi que ofendeu quem???

O jogador Alan do Sporting Clube de Braga, umas dezenas de horas depois do despique dentro das quatro linhas, vem denunciar o atleta do Sport Lisboa e Benfica Javi Garcia, de o ter insultado com termos racistas, nomeadamente chamando-lhe negro e preto de merda e desejando até que os seus filhos morressem!!!
Quem sou eu para afirmar que o jogador bracarense fala verdade ou mentira! Nem tão pouco é isso que está aqui em questão. Alan veio dizer aquilo que ninguém viu durante a contenda e provavelmente Javi Garcia que não se esqueceu da vergonhosa simulação de Alan no jogo da época passada que lhe custou a expulsão, deve-lhe ter dito que o seu comportamento foi indecente e indigno de um profissional de futebol.
E de facto, se lhe disse isso, tem toda a razão. Javi Garcia tem demonstrado, ao serviço do Benfica, ser um profissional digno e leal com os adversários e, por isso mesmo, tem moral para dizer ao Alan que um profissional a sério não teria coragem de fazer o que ele fez: entrou com tudo para arrumar o jogador benfiquista, fez uma falta grosseira e depois simulou que foi vítima de uma agressão.
Francamente! Isto não é comportamento para um atleta profissional!
Infelizmente, os árbitros portugueses gostam de fazer o papel de cegos quando lhes convém e deixam passar em claro estas barbaridades! Mas depois, também as instâncias que regulam o desporto em Portugal, depois de constatarem e comprovarem o que se passou, não agem e deixam que actos desta natureza fiquem impunes.
Nesta história, há concerteza algum ressabiamento e indícios de vingança. Porém, neste caso, Alan devia ter algum cuidado e evitar até vir com esta história de incriminação de Javi para a rua pois bem bastou o sério problema que lhe criou com uma desonesta simulação que provocou a sua expulsão.
Chamar negro a alguém que é negro, não é racismo mas antes complexo da parte de quem se queixa e não aceita essa realidade. 
Não me perguntem que tipo de complexo porque eu não estou na pele dos queixosos mas a verdade é que eu já passei por algumas situações embaraçosas pelo facto de as pessoas não assumirem que sendo negras, não podem ficar ofendidas ou melindradas quando tratadas por negras.
Gosto que me tratem pelo meu nome, mas se não o souberem e me tratarem por branco, eu não vou ficar ofendido e muito menos seria capaz de vir para a praça pública armado em vítima e acusar alguém de racista.
Braga está a ficar um caso sério, os casos abundam de jornada para jornada e então com o Benfica, a coisa está a atingir proporções desagradáveis mas que servem os interesses dos da casa, já que a equipa lisboeta tem sido sistematicamente prejudicada, dentro e fora das quatro linhas.
É uma vergonha que atletas da mesma profissão não se respeitem e utilizem todas as artimanhas para se prejudicar e enganar uns aos outros.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

O COSTUME, DEPOIS DE TER O PÁSSARO NA MÃO...

Rodrigo, para além de marcar o golo que deu o empate, fez mais uma boa exibição

IMAGEM RETIRADA DO GOOGLE
O jogo desta noite entre o Benfica e o Basileia para a fase de grupos da Champions League permitia aos encarnados, em caso de vitória, o apuramento para os oitavos-de-final.

Aconteceu o que normalmente acontece nestas situações, o Benfica teve o pássaro na mão e deixou-o fugir. Não obstante ter entrado bem no jogo pois ia marcando nos primeiros segundos, com uma bola ao poste de Rodrigo, inaugurando mesmo o marcador aos 4 minutos com um golo fantástico deste jogador, a verdade é que o Basileia foi tomando conta das operações e a partir dos 20/25 minutos, começou a incomodar a baliza de Artur.
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Na verdade, o Benfica esteve muito perdulário e penso que com um pouco mais de calma e discernimento, poderia ter assegurado a vitória. Mas este Benfica já nos habituou a estas desilusões: quando os adeptos pensam que a equipa vai de vento em popa e, neste caso, iria hoje assegurar facilmente a passagem aos oitavos, eis que se deixa empatar, depois de estar a ganhar durante toda a primeira parte.

Porém, para este desfecho muito contribuiu o castigo do treinador que se comportou irresponsavelmente no jogo da primeira mão e foi expulso. Pelos vistos, os jogadores não aprenderam a lição e no jogo de hoje, por contestarem a decisão do árbitro espanhol, já em cima do intervalo, 3 jogadores viram o cartão amarelo!

Com o treinador no banco, imagino que as coisas seriam diferentes. Os responsáveis do Benfica têm que punir estas situações, já que elas prejudicam, e muito, os objectivos da equipa.

Assim, em vez de o assunto ficar de vez arrumado, o Benfica pode ainda ver-se ultrapassado pelo Basileia, caso consigam ganhar em casa ao Manchester United.

Os adeptos benfiquistas não mereciam esta desilusão mas de facto a equipa falha quase sempre nestes momentos de vida ou de morte. Em casa, o Benfica só tinha que ganhar e assegurar a passagem aos oitavos-de-final. Se não foi capaz de o fazer, como pode ter qualquer veleidade de vencer a prova? Vá lá, tenham juízo, quando visitarem os pupilos de Sir Alex Ferguson, vão ser aviados pela medida grossa e com um pouco de sorte, ainda garantirão um  lugar na Liga Europa para serem eliminados por um qualquer desconhecido.

Sabem porque há cada vez menos benfiquistas? É precisamente por causa destas broncas e destas decepções. O treinador não tem classe para ser o timoneiro de uma grande equipa e nunca terá grande sucesso. Os dirigentes do Benfica estão equivocados e estão a adiar a substituição do treinador e consequentemente, o sucesso do Clube.

O treinador é um bronco e tem sido protagonista de demasiadas broncas que não dignificam o SLB.

sábado, 29 de outubro de 2011

MAIS UMA MÁ ARBITRAGEM DE MARCO FERREIRA

Rodrigo marcou os dois golos da vitória

O jogo Benfica/Olhanense em termos de futebol jogado não tem qualquer história. Foi um mau jogo de futebol, lento e sem qualquer ponta de emoção. O futebol da equipa lisboeta foi pobre mas o do Olhanense foi mesmo pobrezinho.

O Benfica mesmo jogando mal, poderia ter marcado mais golos e o Olhanense praticamente não teve oportunidades para marcar em toda a partida. Por culpa da defesa do Benfica, conseguiu inaugurar o marcador sem o merecer.

Se a primeira parte acabou com apenas seis faltas cometidas, cinco para os forasteiros e uma para a equipa da casa, no segundo tempo, as coisas mudaram muito, já que o Olhanense entrou em campo mais aguerrido e determinado.

Os jogadores algarvios começaram a fazer faltas de toda a maneira e feitio e a equipa de arbitragem demonstrou que não estava ali para facilitar a vida à equipa da casa, deixando passar faltas em claro e perdoando o cartão amarelo a dois jogadores algarvios que cometeram faltas sucessivas, facturando os dois, mais de metade das faltas da equipa.

Como se isso não bastasse, a equipa de arbitragem inventou um fora de jogo no terceiro golo, marcado por Nolito, enervando a equipa e mantendo o jogo em suspense com o resultado em 2-1.

São assim as arbitragens à portuguesa, umas equipas são beneficiadas e outras ostensivamente prejudicadas. É de facto uma pena que os árbitros não sejam rigorosos e isentos, ajudando a fabricar resultados que muitas vezes não correspondem à verdade.

Pode ser que algum dia venha a entrar nos eixos... quando os profissionais da arbitragem se consciencializarem da importância da isenção nas suas actuações.

domingo, 23 de outubro de 2011

PORQUE NÃO É O F. C. PORTO TRATADO PELA ARBITRAGEM NACIONAL AO NÍVEL DA ARBITRAGEM EUROPEIA E MUNDIAL?


Imagem retirada do Google
Assisti ao jogo F. C. Porto - Nacional da Madeira e não gostei da arbitragem. Sempre a mesma condescendência no tocante à equipa portista e um maior rigor relativamente ao conjunto adversário.
Os agarrões e entradas impetuosas e a destempo dos jogadores azuis passam quase sempre impunes mas com a equipa adversária, essa impunidade não existe e até são marcadas faltas inexistentes ou que deviam ser assinaladas ao contrário.
No final da primeira parte, a equipa madeirense pode considerar-se vítima da arbitragem, já que foram perdoadas algumas faltas aos jogadores do Porto e o árbitro até permitiu que o jogador Hulk contestasse de forma inadequada as suas decisões e nem o cartão amarelo lhe mostrou.
Mas o Nacional tem muitas mais razões de queixa da arbitragem: aos 40 minutos, o jogador Valter faz o 2º golo em claro fora de jogo e aos 45, Alvaro Pereira faz penalti sobre Mateus e o árbitro fez vista grossa.
Assim, o F. C. Porto, mesmo jogando mal, dificilmente averbará resultados negativos. Com o resultado em 1-0 e se tivesse sido marcado o castigo máximo a favor do Nacional, ao intervalo, o jogo poderia estar empatado, um resultado bem diferente do 2-0 que então se verificava.
Na segunda parte, a atitude da arbitragem não se alterou, os jogadores do Porto continuaram a ser poupados e, nalguns casos até faltas perigosas. O árbitro Cosme Machado devia apreciar, sentado no sofá da sua casa, a gravação do jogo para poder observar a falta de critério e de coragem.
Os jogadores do Porto, mesmo beneficiados, protestaram diversas vezes as suas decisões de forma intempestiva e o árbitro tudo permitiu.
O resultado final de 5-0 não espelha o que se passou dentro das quatro linhas, até porque a equipa portista fez uma fraca exibição.
Uma palavra de reprovação para os comentadores da transmissão televisiva porque tal como o árbitro, não têm coragem para relatar o que se passa dentro das quatro linhas. É uma vergonha esta submissão ao poderio do Clube nortenho e um péssimo serviço que prestam ao futebol e ao desporto em geral.
De apreciar o desportivismo do treinador madeirense que nem sequer se referiu à arbitragem.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011


Imagem retirada do Google

Toda a equipa esteve irreconhecível. Foi o pior jogo da era Paulo Bento e o resultado podia ter sido mais volumoso.

DINAMARCA, 2 - PORTUGAL, 1

Assisti ao jogo Dinamarca/Portugal através do primeiro canal da RTP e nem queria acreditar no que estava a ver. Uma equipa esfarrapada, desligada, partida, desorganizada, sem defesa, sem meio-campo e sem ataque e, sobretudo, sem velocidade para contrariar os dinâmicos e possantes jogadores da Dinamarca que criaram inúmeras oportunidades de golo no ataque e, pelo contrário, na defesa não permitiram grandes veleidades aos jogadores lusos.

Portugal tinha a possibilidade de se apurar directamente para a fase final do Europeu, caso conseguisse, pelo menos um empate e falhou essa oportunidade, perdendo merecidamente com os dinamarqueses por um resultado que é lisonjeiro, tantas foram as oportunidades de aumentar os números da vitória.

Os dinamarqueses foram superiores em todo o tempo de jogo e souberam ser uma equipa organizada e colectiva, com grande espírito de entreajuda e trocando a bola com muita segurança.

A equipa portuguesa esteve irreconhecível e nos últimos 20 minutos de jogo, em que era necessário dar tudo em campo para chegar, pelo menos, ao empate, levou uma tremenda lição de bola com os jogadores dinamarqueses a trocar entre si, sucessivamente o esférico e o público a gritar em delírio repetidos olés.

O 2-1 surgiu já em período de descontos, num livre directo superiormente apontado por Ronaldo, a uns bons 25 metros da baliza adversária.

O playoff que espera a equipa das quinas, é um prémio de consolação para a recuperação que foi capaz de fazer na era Paulo Bento mas para passar o teste que aí vem, é necessário jogar muito mais do que aquilo que fez contra a Islândia e a Dinamarca. É preciso uma equipa coesa, colectiva, solidária e dinâmica que seja capaz de deixar o vedetismo enfiado no cacifo do balneário e lutar com garra e valentia dentro das quatro linhas durante todo o tempo de jogo. Ah, e já agora, Paulo Bento que não se esqueça de arranjar uns fortes remendos para aquela defesa que tem metido água com fartura e que consiga chegar a uma boa conclusão sobre a perda sucessiva de rendimento da equipa nos últimos jogos.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

A CHAMPIONS NÃO É O CAMPEONATO PORTUGUÊS!


Nas provas europeias, o F. C. Porto não goza dos mesmos privilégios que usufrui a nível nacional.
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Na Champions, Fucile não goza dos mesmos privilégios da arbitragem nacional. Na última jornada, no jogo que opôs os dois rivais (Benfica/Porto), o jogador uruguaio travou-se de razões com o Cardozo, também conhecido por Tacuara. Numa disputa de bola em que Fucile faz falta e tenta tirar proveito da situação, provocando o jogador benfiquista, este terá dado um chega para lá que não tem nada a ver com um pontapé no cú.
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O jogador portista num primeiro momento até se queixou da cara, mas acabou por acusar o benfiquista de o ter agredido no traseiro com um pontapé e criticou o árbitro por não o ter expulso.
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Fucile, não é propriamente um jogador que sirva de modelo dentro das quatro linhas, em termos disciplinares e em Portugal, nas diferentes competições, não é mais vezes admoestado com cartões amarelos e vermelhos porque joga no Futebol Clube do Porto e os árbitros, quase todos os árbitros, têm tendência para beneficiar a equipa azul e branca e fazem vista grossa a muitas das faltas praticadas pelos seus atletas.
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Porém, este mau hábito dos jogadores do futebol Clube do Porto de simular faltas e enganar o árbitro nos jogos nacionais, é uma prática que lhes é prejudicial e os deixa em desvantagem nos jogos internacionais, já que os árbitros, na sua grande maioria, se preocupam em fazer arbitragens isentas, sem olhar às cores dos jogadores e dos clubes que estão em competição. Tanto é assim, que o F. C. Porto nos jogos internacionais, sofre mais sanções disciplinares por parte da arbitragem e neste jogo com o Zenit, para além das inúmeras faltas assinaladas, três jogadores viram o cartão amarelo, sendo que fucile foi expulso com duplo amarelo.
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Fucile que ficou tão revoltado com o lance do Cardozo e fez declarações à imprensa sobre o mesmo e sobre a arbitragem que não correspondem totalmente à verdade, provavelmente também fazer agora o mesmo relativamente à expulsão que sofreu com o Zenit e dizer que a arbitragem foi uma vergonha e que "todo o mundo viu".
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Fucile foi expulso sem apelo nem agravo por ver o 2º cartão amarelo, porque o árbitro agiu com isenção e não lhe perdoou a infracção, como acontece muitas vezes nos jogos domésticos. Para o juiz inglês, impedir a circulação da bola com a mão em jogada perigosa conduzida pelo Zenit, é um lance merecedor de cartão amarelo e não hesitou em mostrá-lo.
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Fucile, com a sua forma muito acalorada na disputa dos lances, está muito mais vulnerável nos jogos internacionais do que nos jogos nacionais, pelos motivos que atrás invoquei. Foi pena porque a sua expulsão prejudicou o rendimento da sua equipa em toda a segunda parte que acabou por não resistir à fúria atacante do adversário, acabando por perder o jogo por 3-1.
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Que este episódio sirva de exemplo a Fucile e a outros jogadores que se comportam como ele, porque os árbitros estrangeiros não têm contemplações nem rendem homenagens aos Clubes portugueses, quer se trate do F. C. Porto, Benfica, Sporting ou outro qualquer.
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Por outro lado, o que se passa no nosso Campeonato, é vergonhoso e condenável: profissionais do mesmo ofício, passam os jogos a simular faltas e são desonestos para com os companheiros que são sancionados disciplinarmente por faltas que não cometeram. A falta de respeito entre os atletas dos diferentes Clubes é, sem dúvida, uma das principais causas da pobreza das provas futebolísticas nacionais.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

UM RESULTADO HONROSO


F. C. PORTO, 2 - S. L. BENFICA, 2

Durante a última semana não se falou noutra coisa: o velhinho clássico Porto/Benfica continua a consumir muita tinta e a alimentar uma multidão de paixões. O futebol absorve as atenções de uma parte significativa da população portuguesa e torna as segundas-feiras agradáveis e felizes para muitos e desagradáveis e infelizes para outros tantos. No desporto e no futebol em particular, é assim mesmo: para uns festejarem as vitórias, outros têm que digerir as derrotas.
Este Futebol Clube do Porto/Benfica, não tendo sido um espectáculo deslumbrante, pode dizer-se que foi um jogo intenso, com as duas equipas a tentar vencer o jogo e o resultado acaba por se ajustar ao desenrolar da partida.
Se é verdade que a equipa da cidade invicta esteve melhor durante todo o primeiro período, nao é menos verdade que a equipa de Lisboa entrou melhor para o segundo período e com o seu ascendente justificou plenamente o empate com os dois golos que marcou.
Os jogadores encarnados têm um potencial a nível individual que ainda não demonstraram como equipa mas estão a fazer progressos.
Da equipa do Futebol Clube do Porto, a jogar em casa, perante o seu público, esperava mais e até lhe tinha vaticinado uma vitória folgada. Enganei-me, porque de facto, no cômputo da partida, o resultado 2-2 é ajustado.
Vamos ver a evolução das duas equipas e verificar qual delas tem mais potencialidade para melhorar o seu futebol. Nos próximos jogos, vai ser possível tirar a prova dos nove.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

SOBRANCERIA E GRAVE ERRO DE AVALIAÇÃO


Imagem retirada do Google

A esta hora, a elite dos árbitros portugueses e os seus dirigentes, já devem estar arrependidíssimos do braço de ferro que protagonizaram com o Sporting Clube de Portugal e que originou a nomeação de um árbitro da 1ª categoria distrital B da Associação de Futebol de Aveiro. É caso para dizer que o tiro saiu pela culatra.

Se a ideia foi sancionar ou causar dificuldades ao Sporting pelo facto de o seu Presidente ter feito declarações que punham em causa a seriedade de certas arbitragens, o objectivo foi completamente falhado porque o jogo de Aveiro, com o Beira Mar, foi superiormente conduzido por um juiz dos escalões secundários e, nesse sentido, avolumou ainda mais as desconfianças relativamente aos árbitros da primeira categoria do apito nacional que constantemente e incompreensivelmente cometem erros grosseiros.

Surpreendentemente, ou talvez não, o árbitro dos distritais, Fernando Idalécio Ferreira Martins, dirigiu excelentemente o jogo Beira Mar/Sporting referente à segunda jornada da Liga Zon Sagres, acompanhando bem de perto os lances, ajuizando bem as infracções e agindo correctamente técnica e disciplinarmente. Fernando Martins, árbitro dos distritais, deu uma lição de bem apitar que deve ter deixado com bastante azia os "gurus" da arbitragem portuguesa que estariam à espera que a actuação do juiz dos distritais descambasse para o torto.

Porém, tal não aconteceu e o Juiz demonstrou estar à altura dos acontecimentos, ser conhecedor das leis do jogo e, como tal, apitando com acerto, sem medo e com sobriedade.

A exemplar actuação de Fernando Idalécio Martins, veio confirmar o que sempre pensei acerca da arbitragem e dos árbitros que todos os anos são promovidos e despromovidos nas diferentes categorias.

Eu nunca tive dúvidas que nas categorias inferiores há excelentes árbitros que nunca chegam a ver reconhecido o seu valor porque a progressão na carreira, nem sempre se faz por mérito mas antes por conveniência ou compadrio. Ser familiar, amigo e conhecido ou ter conhecimentos nas estruturas dos órgãos que dirigem a arbitragem, em muitos casos, é o suficiente para alcançar sucesso na carreira, mesmo que não tenha qualidades para o desempenho da função. Só assim se compreende que alguns incompetentes e habilidosos indivíduos tenham chegado ao topo da arbitragem portuguesa.

A recusa de João Ferreira, por um lado veio confirmar que os árbitros não têm capacidade para gerir as críticas e não sabem conviver com elas e, por outro, que a missão de um árbitro se pode tornar fácil e competente, quando o mesmo entra em campo com humildade e com o único propósito de ser leal e criterioso nas suas decisões.

Constatar que um árbitro dos distritais de Aveiro realizou um trabalho sem erros e que até colheu rasgados elogios das equipas em confronto e da crítica desportiva, em geral, é de facto uma satisfação para os verdadeiros desportistas, mas não deixa de ser uma situação delicada e embaraçosa para os árbitros de primeiro plano e para os dirigentes, já que jornada após jornada se verificam erros grosseiros incompreensíveis que prejudicam as equipas em confronto.

Este exemplo é suficientemente demonstrativo da qualidade de muitos árbitros dos escalões secundários e que poderiam ser utilizados para actuar, de vez em quando, a título de prémio, em jogos do Campeonato Nacional da 1ª e da 2ª Divisão, até para contribuirem, com as suas actuações, para que as "vedetas" da arbitragem nacional perdessem um pouco do seu vedetismo e se concentrassem também num único objectivo: dirigir os jogos, qualquer jogo, com critérios equitativos, sem distinção de emblemas, tal qual como se na sua presença estivessem duas equipas que nunca conheceram e nem sequer ouviram falar delas.

O caricato episódio do jogo da 2ª jornada, entre o Beira Mar e o Sporting, se for visto com olhos de ver pelos dirigentes da arbitragem, servirá para dele tirarem preciosas ilacções e até contribuir para solucionar algumas questões complicadas da arbitragem.

Abram os olhos!!!

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

MUITO MELHOR O RESULTADO DO QUE A EXIBIÇÃO


Num jogo pobre, CRISTIANO RONALDO foi dos melhores em campo, tendo marcado dois golos e oferecido o terceiro a Hugo Almeida

CHIPRE, 0 - PORTUGAL, 4

No Chipre faz muito calor e talvez por isso os jogadores da Selecção portuguesa, entraram cedo em poupança e fizeram um jogo muito fraco, mesmo tendo em conta a expressividade do resultado que só foi  conseguido quando faltavam 7 minutos para os 90, pois até aí prevalecia o 1-0 marcado aos 35 minutos de jogo da primeira parte, por Cristiano Ronaldo, de grande penalidade.
A Selecção Portuguesa entrou mal no jogo e os cipriotas tomaram conta da partida nos primeiros 15 minutos. Depois Portugal equilibrou e exerceu alguma superioridade até ao final da primeira parte. De realçar que a partir dos 35 minutos, os cipriotas ficaram reduzidos a 10 unidades, já que Dobrasinovic, por ter metido o braço na bola e originado a grande penalidade, foi-lhe mostrado o 2º amarelo e expulso.
A segunda parte começou exactamente como a primeira com a equipa do Chipre a construir alguns lances de perigo para a baliza de Rui Patrício. Portugal não acertava e jogava a meio gás. Os jogadores erravam muitos passes e perdiam a bola e junto à grande área contrária era uma calamidade, já que os ataques eram constantemente anulados pela defesa cipriota.
Aos 78 minutos de jogo, o árbitro italiano assinalou um fora-de-jogo que não existiu, quando Okkas caminhava isolado para fazer o golo do Chipre que seria o empate. Só aos 83 minutos Cristiano Ronaldo fez o 2-0, numa bonita triangulação com Fábio Coentrão e Nani. A partir desse momento, a equipa adversária cedeu e perdeu todo o ânimo, motivo pelo qual a equipa portuguesa pôde chegar ao 4-0, o terceiro em resultado de uma grande assistência de Ronaldo para Hugo Almeida e o quarto, da autoria de Danny, após um longo passe de Moutinho.
Estava construída mais uma vitória, rumo ao Campeonato da Europa de 2012 mas a exibição da equipa das quinas deixou muito a desejar. É preciso muito mais conjunto e muito menos individualismo. A Selecção tem que adquirir um espírito familiar em que dentro do campo são todos irmãos com o mesmo objectivo. A bola deve ser sempre endossada para o companheiro melhor posicionado e não andar à procura de A ou B para passar a bola, perdendo o timing para executar jogadas mais rápidas.
Pessoalmente, não gostei nada do jogo e da exibição de alguns jogadores, algo perdulários e displicentes. O vedetismo é prejudicial à Selecção e deve ser condenado.
Por outro lado, o episódio de Ricardo Carvalho também não ajuda à criação de um ambiente de tranquilidade no seio da Selecção. Não sei o que se passou nem tão pouco quero opinar a favor ou contra ninguém mas é preciso muito cuidado da parte das pessoas que lideram para não criarem melindres ou mal entendidos. Que tudo seja feito com equidade e muita clareza e boa sorte para o próximo jogo com a Finlândia.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

O TODO PODEROSO BARCELONA?!?!?!


SUPERTAÇA EUROPEIA
Barcelona, 2 - F. C. Porto, 0
O Barcelona é uma equipa que domina o adversário, qualquer adversário, de forma avassaladora e confragedora.
Hoje, frente à equipa portuguesa do Futebol Clube do Porto, não foi diferente. O Barcelona dominou de forma bem visível os azuis e brancos e teve uma posse de bola muito superior.
Há, porém, um comportamento por parte das equipas de arbitragem que dirigem os encontros em que participa o Barcelona que me intriga, já que a equipa Blaugrana beneficia, jogo após jogo, de favorecimentos escandalosos e que deviam ser travados pelos dirigentes da UEFA.
É escandaloso que os jogadores do Barcelona protestem as decisões da equipa de arbitragem, de forma espalhafatosa e nada lhes aconteça; é escandaloso que os jogadores do Barcelona simulem toda a espécie de faltas, inclusivé grandes penalidades e nada lhes aconteça; é escandaloso que uma boa parte das faltas praticadas pelos jogadores do Barcelona sobre os adversários não sejam assinaladas, inclusivé grandes penalidades. Este comportamento não é admissível. O Barcelona é uma grande equipa de futebol, dizem que a melhor do mundo e não se compreende esta protecção descarada da arbitragem espanhola, europeia e mundial.
Desta anormal situação resulta que faltas de todo o tipo, foras de jogo, grandes penalidades, cartões amarelos e vermelhos, expulsões, são administradas pelas equipas de arbitragem de maneira completamente diferente. As mesmas infracções só são assinaladas aos adversários e estas situações acontecem inúmeras vezes ao longo do jogo.
Hoje, com o Futebol Clube do Porto não foi diferente, o Barcelona foi beneficiado pela arbitragem. Os jogadores pedem falta e o árbitro faz-lhes imediatamente a vontade. Assim, o Barcelona vai continuar a somar vitórias e a conquistar títulos.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

PRIMEIRO OBJECTIVO CUMPRIDO


BENFICA, 3 - TWENTE, 1

IMAGEM RETIRADA DO GOOGLE

Witsel esteve poderoso e imperial e marcou dois magníficos golos
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Notam-se ainda muitas lacunas neste Benfica de início de época.  Falta sincronização e harmonia na equipa e, por isso mesmo, o último passe, não sai perfeito e a bola acaba por ser chutada sem direcção, acabando por não acertar na baliza. Por outro lado, há também ainda uma má ocupação dos espaços dentro do campo e, muitas vezes, a bola perde-se ou vai para o adversário porque não está nenhum jogador naquela área do terreno de jogo. Só assim se compreende que o Benfica tenha precisado de 135 minutos para ganhar vantagem na eliminatória sobre o Twente. Em circunstâncias normais, os encarnados teriam ganho na Holanda e resolvido no terreno do adversário a eliminatória.
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De qualquer forma, o primeiro objectivo da época está conseguido: vencer as duas eliminatórias de apuramento para a fase de grupos da Champions. Esta pequena proeza, dá ao Benfica a oportunidade de arrecadar uma verba significativa, mas dá-lhe também o ensejo de se mostrar na mais importante prova mundial, a nível de clubes, onde é possível valorizar o plantel e ganhar prestígio, dentro e fora do País.
Nesta eliminatória, o Benfica fez dois jogos razoáveis mas para conseguir grandes feitos na fase de grupos, terá que melhorar muito, a todos os níveis: físico, técnico e táctico.
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Dos reforços contratados, parece-me que apenas três ou quatro se deverão impôr na equipa principal mas ainda é cedo para falar deste tema com alguma certeza. De todos os reforços, aquele que me parece ter o lugar mais garantido, pelo que já fez, parece ser Artur, eu diria mesmo REI ARTUR, dadas as excelentes e corajosas intervenções, na defesa da baliza encarnada.
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Gostava que esta noite, as equipas portuguesas fossem capazes de ultrapassar os seus adversários na Liga Europa mas parece-me uma missão algo difícil, pelo menos no que diz respeito ao Vitória de Guimarães que perdeu 2-0 na primeira mão com o Atlético de Madrid.
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De referir ainda que o sorteio reservou ao Benfica o grupo C, com Manchester United (Inglaterra), Basileia (Suíssa), e Otelul Galati (Roménia); já o Futebol Clube do Porto ficou no grupo G, juntamente com o Shahktar (Ucrânia), Zenit (Rússia) e Apoel (Chipre).
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Boa sorte para a fase de grupos e boa sorte também para as equipas que esta noite vão disputar o apuramento para a Liga Europa, Sporting, Braga, Guimarães e Nacional.

domingo, 14 de agosto de 2011

VIRA O DISCO E TOCA O MESMO!!!


Vira o disco e toca o mesmo, já que nada mudou relativamente ao Campeonato passado. O Porto começou a ganhar e Benfica e Sporting entraram a empatar, os encarnados em Barcelos, no reduto do Gil Vicente, 2-2 e o Sporting, em casa, perante a sua massa associativa, contra o Olhanense, 1-1.
O Porto, com maior ou menor dificuldade, acaba por ganhar quase sempre os seus jogos e em poucas jornadas consegue amealhar preciosa diferença pontual que depois gere com toda a tranquilidade, ao longo do campeonato.
De facto, Benfica e Sporting uniram-se para facilitar a vida ao rival F. C. Porto e, na última época, até parece que apostaram a ver qual fazia pior figura. Os dois clubes de Lisboa acabaram a época a mais de 20 pontos dos azuis e brancos e permitiram-lhe que ganhasse todas as competições em que participou, a nível nacional e europeu, com excepção da Taça da Liga que foi ganha pelo Benfica.
Com toda esta previsibilidade, as competições nacionais acabam por ter muito pouco interesse pois os adeptos dos outros clubes perdem a motivação e não vão aos estádios.
Não deixa de ser frustrante para os adeptos dos grandes clubes ver as suas equipas que custaram milhões, fazer figuras tristes perante adversários com orçamentos infinitamente mais pequenos.
É certo que ainda a procissão vai no adro mas também é verdade que pelo andar da carruagem se vê quem vai dentro dela.
Seria bom para o F. C. Porto mas muito mau para o Futebol Português que o Campeonato que agora se iniciou lhe permitisse tantas facilidades como o anterior.
A ver vamos como diz o cego.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

ULTRAPASSADO O PRIMEIRO OBSTÁCULO

BENFICA/TRABZANSPOR, 2-0
TRABZANSPOR/BENFICA, 1-1
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Uma derrota com o Trabzanspor da Turquia e a consequente eliminação do apuramento para a fase de grupos da Liga dos Campeões, seria o pior cenário para os encarnados, com consequências imprevisíveis, neste início de época 2011/2012.
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Porém, isso não aconteceu, a equipa portuguesa foi a Ankara arrancar um empate (1-1) e só não ganhou porque foi demasiado perdulária ao longo de toda a partida e no lance do golo turco, Luisão e Emerson falharam a intercepção da bola que sobrou para Paulo Henrique facturar ao segundo poste.
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O Benfica foi superior ao Trabzanspor nos dois jogos e a passagem à terceira eliminatória de apuramento para a fase de grupos da Champions foi merecida.
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A equipa está em formação e procura um melhor entrosamento mas dá para perceber que existe matéria prima de boa qualidade para formar uma equipa competitiva a nível nacional e internacional.
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Há jogadores que começam a dar nas vistas e a destacar-se no grupo mas é cedo para elogiar e falar em nomes. Vamos aguardar pelos próximos compromissos e tirar as devidas ilacções.

terça-feira, 5 de julho de 2011

A TRISTE SINA CONTINUA...



Um grande Clube que aspire a grandes conquistas, que só pense em vencer e ser o melhor no País e no estrangeiro, tem que ser capaz de conservar os seus melhores atletas e recorrer ao mercado para substituir aqueles que durante a época demonstraram não ter valor para o representar.
O Clube de que vos falo, há muito que deixou de ser um grande clube, no País e no estrangeiro e as vitórias e conquistas, de ano para ano, são cada vez mais escassas.
Do grande Benfica da década de 60/70/80..., só já existem ténues recordações, porque os mais velhos, aqueles que efectivamente vibraram com os sucessos do Glorioso, vão desaparecendo do mundo dos vivos e os mais jovens, aqueles que nasceram naquela época e que mesmo assim gostam do Benfica, já se habituaram aos seus insucessos e a esperar 14 ou 15 anos por um título de campeão, precisamente o tempo que decorreu entre o penúltimo e o último campeonato ganho, na época de 2009/2010.
Coentrão era um grande jogador, tal como era Di Maria, Ramires ou mesmo Petit. O Clube vendeu-os por muitos milhões de euros e a época 2010/2011 foi uma tremenda desilusão. Terminou o Campeonato a 21 pontos do líder e viu o Campeonato, a Taça de Portugal, a Liga Europa e a Supertaça por um canudo.
Embora com muita mágoa minha, devo dizer que os quatro troféus foram conquistados com mérito pelo rival de sempre, o Futebol Clube do Porto.
O Benfica compra jogadores a granel como quem compra melões, em que as pessoas se limitam a cheirar-lhe e a apalpar-lhe o cú e depois esperar que ele seja bom.
A quem interessa a compra de tantos jogadores e o consumo de tantos milhões de euros, que depois são deitados por água abaixo quando chega a hora do Clube se desfazer deles? Sinceramente, não se compreende esta política de terra queimada.
Pelo andar da carruagem, este vai ser mais um ano a somar insucessos, se tivermos em linha de conta que o plantel partiu para o estágio na Suíssa completamente indefinido e com alguns jogadores chamados de surpresa e à pressa, à última hora, para colmatar algumas lacunas.
Lamento a saída do extraordinário jogador Coentrão para o Real Madrid mas como ele não tem culpa da política ruinosa que se instalou no SLB, desejo-lhe as maiores felicidades do mundo.
Por outro lado, gostaria que o Clube que vai representar, fizesse uma grande época em Espanha e fosse campeão que isso, de certa forma, atenuaria as minhas frustrações relativamente aos desaires do Glorioso.
Força Mourinho! Força Di Maria! Força Coentrão! Dêem-me muitas alegrias.

terça-feira, 21 de junho de 2011

VILAS BOAS DEU ÀS DE VILA DIOGO!!!

Foto retirada do Google
Ainda recentemente tinha ouvido apaixonadas juras de amor eterno ao Clube azul e branco, por parte do seu presidente e do treinador do Chelsea e hoje sou confrontado com a notícia que dá conta de tão inesperada separação. Parece que desta vez, o Presidente da Colectividade nortenha foi ultrapassado pelos acontecimentos e tentou disfarçar esse embaraço com a nomeação do adjunto de Villas-Boas para treinador principal, dizendo que há cerca de um mês que estava tudo tratado com Vitor Pereira, na eventualidade de VB deixar o Clube. `
Pessoalmente, não acredito que um Clube que ganhou na época que findou o Campeonato Nacional, a Supertaça, a Liga Europa e a Taça de Portugal, tenha planeado colocar como treinador principal para a nova época, o adjunto do treinador que alcançou estes êxitos. Para mim, isto só aconteceu porque PC foi apanhado de surpresa e não teve tempo para contratar, em tempo ideal, um novo treinador à altura da responsabilidade e importância do plantel.
Não acredito que Vitor Pereira tenha as mesmas características de Villas-Boas e seja capaz de produzir resultados idênticos na época que se avizinha. E se isso acontecesse, eu começaria a desconfiar que lá para os lados das antas há alguém que adivinha as qualidades dos jogadores e dos jovens técnicos na hora de fazer as contratações.
Claro que quem tem bons jogadores, tem mais possibilidades de ganhar mas também é verdade que o trabalho do técnico é fundamental para fazer a diferença. No Porto, qualquer treinador tem possibilidades de ser campeão mas é necessário que o técnico saiba desempenhar o seu papel.
Sobre o valor de Vitor Pereira, tenho algumas dúvidas e vou esperar pela competição para me certificar se tenho razão.
Desta vez, PC foi fintado pelo jovem treinador e embora vá receber 15 milhões, essa verba poderá ser insuficiente para compensar os prejuízos de uma época de insucessos desportivos.
A ver vamos.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

NUNO GOMES MERECE SER BEM TRATADO PELO BENFICA


A recente polémica à volta do jogador Nuno Gomes, não caiu bem na maioria dos sócios e simpatizantes do Sport Lisboa e Benfica. O atleta pretende jogar mais um ano na equipa principal do Benfica e, pelos vistos, o técnico não pretende contar com ele.
NUNO GOMES, de seu nome Nuno Miguel Soares Pereira Ribeiro, não é um atleta qualquer. Ao serviço do Benfica foi um profissional exemplar, dentro e fora das quatro linhas e foi sempre muito acarinhado pelos benfiquistas. 
Chegou ao clube lisboeta, proveniente do Boavista, na época de 1997/1998 e em 3 épocas e 101 jogos, marcou 77 golos, tendo sido contratado pela Fiorentina na época de 2000/2001, por 17 milhões de euros, em consequência da brilhante participação no Euro 2000.
Por dificuldades financeiras do clube italiano, Nuno Gomes regressou ao Benfica na época de 2002/2003, onde se mantém até à presente data.
Leva 11 ou 12 épocas ao serviço do Benfica, mais de 400 presenças em jogos oficiais, marcou 160 ou 161 golos, é o 10º melhor marcador de sempre da história dos Encarnados e o 4º melhor marcador em jogos das competições europeias.
Na Selecção, é o 9º jogador mais internacional de sempre e o 4º melhor marcador, só superado por Pauleta, Eusébio e Figo.
Dado que Nuno Gomes é, sem sombra de dúvida, um ídolo e um modelo para muitos jovens de Portugal e do Mundo, o Benfica deveria tratar com a máxima justiça e consideração a sua vontade de jogar mais um ano no seu Clube do coração e, no final da próxima época, destinar-lhe um lugar na estrutura do futebol.
Há situações em que é necessário ponderar muito bem as decisões a tomar e, neste caso, Nuno Gomes merece a melhor das ponderações.
Estou contigo, NUNO.
 

sábado, 28 de maio de 2011

FÁBIO COENTRÃO BORROU A ESCRITA


Não havia necessidade...
Fábio Coentrão borrou a escrita, mas não foi por ser um bom jogador, um dos melhores do mundo, no seu lugar.
Também não foi por pretender ingressar na equipa do Real Madrid que Fábio Coentrão borrou a escrita, dizendo que a sair do Benfica, só aceita transferir-se para o clube espanhol porque quer jogar com o Ronaldo e ser treinado por José Mourinho. Um bom motivo, não haja dúvidas!
Fábio Coentrão borrou a escrita porque, seguindo os maus exemplos de outros grandes jogadores, se meteu na política e apareceu a fazer campanha, ao lado do primeiro-ministro mais incompetente e mentiroso da história da democracia portuguesa.
Fábio Coentrão não devia misturar o futebol com a política. Não aprendeu nada com o que se tem passado no futebol português e com a pouca vergonha que foi o apoio de Luis Figo a esse mesmo decadente primeiro-ministro, nas últimas eleições legislativas.
Também será por dinheiro que Coentrão decidiu apoiar Sócrates? Sinceramente, penso que não. Talvez tenha sido por infantilidade ou ingenuidade política.
O que faz um artista da bola ao lado de um malabarista político, incompetente e mentiroso? Ninguém foi capaz de o aconselhar a não se meter na política?
Este episódio vai influir negativamente na sua carreira porque um jogador de eleição, titular da Selecção Nacional deve ser uma referência e um ídolo para todos os portugueses e, por isso mesmo, não deve revelar sequer as suas tendências políticas.
Mas se o Presidente do seu Clube também apoiou esse primeiro-ministro decadente e mentiroso, porque é que um jogador não há-de fazer a mesma coisa?
É um episódio lamentável mas em Portugal tudo é possível.

terça-feira, 24 de maio de 2011

A GRANDE DESILUSÃO DA MASSA ADEPTA ENCARNADA



Jorje Jesus desiludiu os benfiquistas

Ninguém estaria à espera que o campeão de futebol da época 2009/2010, o Benfica, fosse protagonista de uma tão decepcionante época 2010/2011, ficando a 21 pontos de distância do primeiro classificado!!! ...e uma tremenda humilhação para o treinador e jogadores do clube encarnado que juravam a pés juntos que iriam renovar o título de campeão e uma tremenda frustração para a nação benfiquista.

Fazer declarações de vitória antes de concretizá-las, é um exercício atrevido e bacoco, próprio de pessoas levianas e irresponsáveis que gostam de se sujeitar à chacota e ao ridículo dos seus adversários.

O treinador do Benfica, por não saber o que diz e não ter tento na língua, fez o papel de bobo da corte e divertiu com as suas palhaçadas, todos aqueles que não simpatizam com a Instituição Benfica e deliram com os seus fracassos.

Pois, por incrível que pareça, o treinador do Benfica, depois da humilhação que sofreu esta época, já fez declarações, afirmando que o Benfica vai ser campeão na próxima época!!! É preciso não ter um pingo de vergonha e muito descaramento, para se expôr de novo ao ridículo e à chacota dos adversários e, ao mesmo tempo, contribuir para o desprestígio do Sport Lisboa e Benfica.

O treinador do Benfica não tem categoria para integrar e dirigir a sua equipa técnica. Para além de ser péssimo a falar português, foram inúmeras as situações em que falhou na constituição da equipa titular e depois, nas alterações produzidas na equipa, durante os jogos, ao longo do campeonato.

É um treinador sem grande talento. Que o digam Vilas-Boas e Domingos Paciência que nos jogos que efectuou com o Braga e com o Porto, levou bailes monumentais. O Braga afastou definitivamente o Benfica da conquista do campeonato e da Liga Europa e o Porto, para além de lhe ter dado 21 pontos de avanço, eliminou-o da Taça de Portugal, ganhando na Luz por 3-1 e infligiu-lhe uma estrondosa derrota por 5-0, nas antas, para o campeonato. E não esquecer que logo no início da época, venceu a Supertaça Cândido de Oliveira, disputada em Aveiro, por 2-0.

Pessoalmente, já nem posso ouvir falar de JJ e não acredito que venha a ter qualquer sucesso como treinador do Benfica.

O que é que levou os responsáveis benfiquistas a celebrar com JJ um contrato de tantos milhões? O que é que viram no homem que eu ainda não consegui ver? Provavelmente, será pela sua extraordinária aptência para descobrir e contratar talentos para o plantel, como o provam as aquisições de Roberto e César Peixoto, por exemplo.

O Presidente do Benfica está completamente equivocado com a real valia do treinador encarnado e creio que vai ser obrigado a despedi-lo durante o decorrer da próxima época e arriscar-se a não ganhar nada novamente.

Não sou bruxo nem adivinho mas, neste caso, face ao trabalho realizado, não é difícil prever o que vai acontecer na próxima época.

Cá estaremos para conferir os resultados.


quinta-feira, 5 de maio de 2011

BRAGA NA FINAL DA LIGA EUROPA




IMAGEM RETIRADA DO GOOGLE


O BENFICA LEVOU UMA LIÇÃO DE BOLA E FOI AFASTADO DA FINAL DA LIGA EUROPA, TAL COMO FOI DA TAÇA DE PORTUGAL


O Braga está com todo o mérito na final da Liga Europa e demonstrou uma vez mais que com um plantel 50 vezes mais barato, é possível, com garra e querer, derrotar adversários teoricamente mais poderosos.


Os jogadores da equipa do Benfica, pagos a peso de ouro, estão a fazer um final de temporada vergonhoso, estando neste momento a 21 pontos de distância do F. C. Porto na classificação do Campeonato Nacional, foram eliminados na meia final da Taça de Portugal, em casa, pelos dragões por um convincente 3-1 e como não há duas sem três, foram afastados da final da Liga Europa, porque a equipa não teve capacidade para se impor à aguerrida formação minhota, essa sim, determinada em ganhar o passaporte para a final.


No cômputo das duas mãos, as equipas marcaram o mesmo número de golos mas valeu para o desempate o golo que o Braga marcou no Estádio da Luz.


Porém, se os jogos tivessem sido dirigidos por árbitros portugueses, o Braga teria ultrapassado a eliminatória com uma diferença de pelo menos dois ou três golos de diferença, já que também teria ganho no Estádio da Luz.


Tal não foi possível porque as brilhantes actuações das equipas de arbitragem, não permitiram que os jogadores do Braga fizessem todo o tipo de faltas e não tiveram qualquer receio de lhes exibir cartões amarelos nos primeiros minutos de jogo.


Se as arbitragens se tivessem pautado ao nível das portuguesas, o Braga teria exercido ainda mais pressing sobre a equipa benfiquista e teria marcado mais dois ou três golos. Os jogadores do Braga são maduros, sabem tirar proveito de certas situações que eles mesmos provocam ao longo do encontro. Os jogadores do benfica são uns anjinhos que não tiram partido de coisa nenhuma, parecem putos de 10/12 aninhos no meio de homens adultos.


Quem perde dinheiro e prestígio é a Instituição Benfica e com jornadas gloriosas como esta, eu faço ideia como as inscrições de associados devem ser às carradas...


O Benfica foi eliminado porque não esteve à altura de uma meia final da Liga Europa, dando a impressão que os jogadores não estavam interessados em chegar a Dublin.


Não tenho dúvidas que a equipa minhota fará muito melhor figura na final do que faria a equipa encarnada e o Porto terá um adversário na sua frente que vai lutar até à exaustão para vencer o jogo.


Força Braga!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

QUEM SEMEIA VENTOS...



IMAGEM RETIRADA DO GOOGLE

JOSÉ MOURINHO estará a ser vítima de si próprio. Por outras palavras: o treinador português teve uma sacensão meteórica ao estrelato dos técnicos de futebol melhor sucedidos. Por essa razão, adoptou uma certa sobranceria na abordagem das questões do futebol que os adversários, sempre que têm oportunidade, recriminam.

Essa animosidade e essa má vontade parece ter alastrado às equipas de arbitragem que dirigem os jogos em que participa o Real Madrid, uma vez que frequentemente, a equipa é tratada de forma desigual face aos seus adversários.

O Real Madrid tem sido muito prejudicado pelas arbitragens, não sei se casual ou deliberadamente e quem assiste aos jogos tem tido oportunidade de ver expulsões escandalosas dos jogadores, faltas descaradas a seu favor não assinaladas, faltas marcadas contra inexistentes, penalidades claras sobre os jogadores merengues não assinaladas mas ao contrário, até em situações que não há falta, são marcadas.

Mourinho que é um treinador pouco humilde e explosivo, tem denunciado essas situações de forma incisiva e com grande veemência e tal atitude tem-lhe causado muitos inimigos. O facto de ter ganho a Taça do Rei ainda mais aguçou os apetites de vingança das hostes blaugrana que têm utilizado todos os meios para alcançar os seus objectivos: conquistar o campeonato espanhol e a Champions League.

Nas duas mãos das meias finais da Champions, o Real Madrid foi claramente prejudicado pelas equipas de arbitragem, na primeira mão expulsando Pepi, o carrasco de Messi que até ao momento da expulsão ainda nem sequer se tinha aproximado da grande área do Real, numa jogada em que não cometeu qualquer falta e em que nem sequer o cartão amarelo se justificava. Só depois da expulsão Messi ganhou a liberdade necessária para marcar os dois golos da vitória do Barça. Mourinho teve razão nos protestos e nas críticas que fez e que lhe valeram a expulsão.

Mas nessa primeira mão, a equipa de arbitragem, para além dessa gigantesca nódoa, contemporizou com as simulações e matreirices dos jogadores catalães, assinalando faltas inexistentes. A arbitragem impediu o Real de chegar à final da Champions.

Na segunda mão, a equipa de arbitragem também se deixou influenciar pelo comportamento manhoso dos jogadores da equipa de Barcelona que por tudo e por nada se mandavam para o chão e aniquilou as esperanças do Real de chegar à vantagem, anulando o golo limpinho de Iguaín no início da segunda parte. Este golo é absolutamente legal porque embora tenha havido uma falta sobre Ronaldo, ela não foi assinalada, para não beneficiar o infractor e a bola seguiu para Iguaín que rematou para o fundo das redes. É claro que este golo se tivesse sido marcado pelo Barcelona teria contado.

Resta saber se na final o Manchester vai ser tratado da mesma forma pela arbitragem. Se assim acontecer, o Clube inglês não tem qualquer hipótese de sair vitorioso do confronto com os espanhois do Barcelona.

José Mourinho, depois do que se passou, deve querer que o seu amigo Alex Ferguson faça aos catalães aquilo que ele foi impedido de fazer e vença a Liga dos Campeões.

A ver vamos.




quinta-feira, 28 de abril de 2011

BENFICA, 2 - BRAGA, 1



Com arbitragem portuguesa, o Benfica tinha perdido o jogo

A equipa do Sporting de Braga é durinha e alguns dos seus jogadores são verdadeiros artistas na arte da simulação. Os seus jogadores, ao longo da partida, arranjam sempre casos para desconcentrar e massacrar psicologicamente o adversário. Nos jogos em que defrontou o Benfica, tanto na época passada como nesta, os jogadores do Braga abusaram nas jogadas faltosas e nas simulações, com a complacência das equipas de arbitragem que deixam passar em claro todos esses abusos.

No jogo desta noite, o Braga começou por fazer a mesmíssima coisa mas o árbitro não era português, era o Senhor Craig Thompson, de nacionalidade escocesa e isso fez toda a diferença.

Nenhum árbitro português mostrava o primeiro cartão amarelo aos 6 minutos de jogo a Rodriguez por travar Aimar.

Nos jogos entre o Benfica e o Braga, a equipa encarnada é sempre muito mais penalizada com faltas e cartões amarelos, precisamente porque muitas das infracções são marcadas ao contrário. Este Juiz, no lance em que Javi Garcia foi expulso, marcaria falta a Alan que de facto entrou duro sobre o jogador benfiquista.

Há, de facto, por parte dos árbitros estrangeiros muito mais acerto e justiça. O árbitro desta noite esteve à altura e não permitiu que os jogadores do Braga praticassem o tipo de jogo duro e quezilento de outros jogos contra o Benfica.

Aos 39 minutos mostrou novo cartão amarelo a Vandinho por falta sobre Coentrão, dizendo-lhe que era a terceira ou quarta falta que cometia e aos 43 minutos voltou a mostrar cartão amarelo a Miguel Garcia. Com árbitros portugueses, estes jogadores teriam ficado a rir-se por debaixo do bigode e a repetir as mesmas faltas.

É que este árbitro entrou em campo com o propósito de ser isento e sem palas nos olhos e, por isso mesmo, esteve bem, técnica e disciplinarmente. Viu bem as faltas, os foras-de-jogo, as simulações e não inventou situações que não existiram no jogo. Com árbitros desta categoria, o futebol fica a ganhar e muito.

Para o jogo da segunda mão, em Braga, há a certeza de ser nomeado novo Juiz estrangeiro. Seja de que País for, há a certeza de que vai ser imparcial e, nesse aspecto, o Benfica tem muito a ganhar porque pode ficar tranquilo com a arbitragem e concentrar-se exclusivamente no jogo.

O Braga não vai poder fazer o tipo de jogo duro nem simular faltas porque o árbitro não lho vai consentir. No jogo de hoje, aos 10 minutos, o Braga já tinha sido penalizado com uma série de faltas que com um árbitro português não tinham sido assinaladas e os cartões amarelos tinham sido mostrados ao contrário.

Porque será que no jogo desta noite, o Braga contabilizou mais faltas que o Benfica? Nos outros jogos, tem acontecido precisamente o contrário. De facto, mais uma vez ficou provado que em jogos equilibrados, a actuação da equipa de arbitragem tem uma importância fundamental e muitas vezes, a decisão do jogo é da sua responsabilidade, quando marca um penalti que não foi, quando não marca um penalti que existiu, quando não assinala um fora de jogo que resultou em golo, quando faz vista grossa a faltas perigosas nas imediações da grande área, quando não expulsa um jogador ou quando o expulsa injustamente, etc. Em Portugal, as arbitragens têm fabricado muitos resultados e essa situação envergonha o desporto.

Parabéns ao F. C. Porto que infrigiu uma pesada derrota à equipa espanhola do Villa Real e conquistou, praticamente, o passaporte para a final. Não acredito que a equipa espanhola tenha capacidade para derrotar o Porto por 4-0 e poder passar à final.

Porém, se o Porto já está na final, do jogo de hoje entre o Benfica e o Braga, nada ficou resolvido. O jogo da segunda mão, na próxima quinta-feira, em Braga, será o tira-teimas e determinará quem se juntará ao Porto.

Que ganhe quem em campo demonstrar melhor futebol.

sábado, 23 de abril de 2011

A TAÇA DA LIGA NÃO COMPENSA A TAÇA DE PORTUGAL



Quem viu este jogo da final da Taça da Liga entre o Paços de Ferreira e o Benfica, ficou definitivamente a saber que a equipa encarnada é um conjunto vulgar que pode muito bem perder ou empatar com qualquer equipa do Campeonato Nacional e que com o Porto, dificilmente, em 10 jogos ganhará um.

De facto, o Benfica não tem conjunto e pior do que isso, tem um plantel mal arrumado, onde há jogadores com lugar cativo no onze titular que nem no banco se deviam sentar.

O treinador passou toda a época a apostar em determinados atletas que por não estarem em forma, deviam ter dado lugar a outras opções. Cardozo e Sá Viola são exemplos gritantes mas tem mais casos que não foram tidos em conta porque o treinador é casmurro, teimoso como uma porta. Se assim não fosse, o guarda-redes Roberto teria perdido a titularidade e evitado que o Benfica sofresse alguns frangos que lhe custaram 3 pontos.

Este jogo com o Paços de Ferreira evidenciou a fragilidade da equipa que não consegue mandar no jogo e permite que o adversário tenha posse de bola e crie sucessivos lances de perigo.

O Paços jogou o jogo pelo jogo e podia ter chegado ao final do tempo regulamentar com outro resultado. Jogou com intensidade e determinação e nunca baixou os braços, obrigando mesmo Moreira a efectuar algumas boas defesas.

A conquista desta Taça da Liga não vem, de forma nenhuma, recompensar os sócios, adeptos e simpatizantes, pelo escandaloso afastamento da Taça de Portugal pelo F. C. Porto. O que se passou no dia 20.04.2011, em pleno Estádio da Luz, é algo que os benfiquistas não vão esquecer tão cedo. A equipa não conseguiu, com uma vantagem de dois golos, assegurar a passagem à final, deixando chegar o resultado a 3-0 no espaço de 10 minutos. É de facto humilhante e as declarações que os jogadores fizeram antes do jogo, tornam ainda mais humilhante a derrota porque todos afirmavam que iam ganhar. Essas declarações de vitória antes dos jogos se efectuarem, são irresponsáveis e deviam acabar. Só no final dos jogos se sabe quem perdeu e quem ganhou. Acabem com esse tipo de declarações, porque se perderem, não têm que engolir o que disseram.

Esta Taça da Liga, comparada com uma vitória sobre o Porto e a sua eliminação da Taça de Portugal, a segunda competição mais importante do calendário nacional, não vale absolutamente nada e não salva época nenhuma. Se o Benfica chegar ao final da época apenas com este troféu ganho, será uma grande desilusão para toda a massa adepta e um fracasso monumental para a Instituição Sport Lisboa E Benfica.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

O MAU PRESSÁGIO CONFIRMOU-SE




O treinador benfiquista pôs-se a jeito e o Porto aproveitou bem


Quando ontem escrevia que a nomeação de Carlos Xistra constituía um mau presságio para os encarnados, adivinhava o que na verdade se iria passar: O Benfica iria ser mais uma vez humilhado, no seu estádio, pelo rival F. C. Porto, que haveria de vencer o encontro por 3-1, roubando-lhe a possibilidade de disputar a final da Taça de Portugal, no Estádio Nacional, contra o Vitória de Guimarães, de nada lhe valendo a vitória por 2-0 alcançada no estádio do Dragão.


Na verdade, não se compreende como foi possível que a equipa benfiquista, na segunda parte, em apenas 10 minutos, entre os 64 e os 74, tenha consentido que a sua baliza fosse violada por três vezes, colocando-se o F. C. Porto numa confortável vantagem na eliminatória, no cômputo das duas mãos.


Mais uma tremenda desilusão para as hostes benfiquistas que estavam convencidas que com maior ou menor dificuldade, o seu Clube iria ultrapassar o Porto e ganhar a final frente ao Vitória de Guimarães.


O treinador encarnado parece que perdeu faculdades e só tem feito asneiras no último terço do Campeonato. Andou a poupar os jogadores para estarem em forma nos grandes jogos e acabou por permitir que o rival festejasse o título de campeão no Estádio da Luz e, ao mesmo tempo, se distanciasse na classificação com uma diferença de 20 pontos.


Como se isso já não fosse bastante, agora perdeu categoricamente, em casa, por 3-1, a segunda mão da Taça de Portugal e foi humilhantemente afastado da final.


Vai seguir-se agora a primeira mão da Liga Europa, no Estádio da Luz, com o Sporting de Braga e o panorama também não é nada agradável. Os minhotos constituem uma equipa guerreira que luta até à exaustão, do primeiro ao último minuto de jogo. Não é qualquer equipa que elimina o Liverpool.


O Braga vai enfrentar esta meia final da Liga Europa como uma grande oportunidade de fazer um tremendo brilharete e colocar-se definitivamente no mapa dos clubes que conquistaram títulos europeus.
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O Benfica a jogar como está, não terá qualquer hipótese de impedir a presença dos bracarenses na final da Liga Europa e no sábado, a final da Taça da Liga frente ao Paços de Ferreira, não são favas contadas e até pode acontecer que as hostes benfiquistas sofram mais uma forte desilusão.


Um final de temporada para esquecer da equipa do Benfica que não tem apresentado em campo argumentos suficientes para fazer melhor.

MAU PRESSÁGIO!... OUTRA VEZ O XISTRA?



Mau presságio, outra vez o Xistra, desta vez para decidir quem vai conquistar a Taça de Portugal? Sim, porque o vencedor desta meia-final, com o Benfica em vantagem, pela vitória de 2-0 que foi alcançar ao Dragão, irá defrontar o Vitória de Guimarães, já apurado, depois de ter eliminado a Académica de Coimbra pela diferença mínima.

Então não foi esta sumidade da arbitragem portuguesa que arrumou de vez o Benfica da luta pela conquista do Campeonato Nacional?

Estou lembrado que no jogo Braga/Benfica, este Senhor vaidoso e petulante, conseguiu transformar uma falta clara do jogador minhoto (Alan) sobre o Javi Garcia, numa agressão deste jogador ao adversário, tendo nascido do livre e da confusão que se gerou, o golo do empate do Sporting de Braga e a total desorganização da equipa benfiquista que até aí tinha estado muito bem, em consequência da injusta e ridícula expulsão do jogador encarnado.

O Benfica, antes desse jogo, estava a sete pontos de distância do F. C. Porto e depois passou para 10 pontos de diferença. Foi sem dúvida um cheque-mate de mestre, aquele com que o Senhor Carlos Xistra presenteou o Glorioso, quando ainda lutava com garra e determinação para alcançar o seu rival e, por isso mesmo, este mau árbitro não devia dirigir este encontro.

Não consigo compreender o porquê destas nomeações. Árbitros useiros e veseiros na arte de beneficiar uns em detrimento de outros, deviam ser banidos da arbitragem e dar mais oportunidades a jovens árbitros para chegarem à primeira categoria. Um árbitro não tem que apitar 6 ou 7 jogos por época da mesma equipa. É uma situação que facilita e permite o aparecimento de casos duvidosos e complicados que penalisam quase sempre as mesmas equipas.

As estruturas da arbitragem carecem de uma reestruturação profunda em que o mérito e a avaliação dos árbitros obedeça exclusivamente ao seu trabalho isento, em vez de serem recompensados pelos serviços que prestam a determinados clubes.

domingo, 17 de abril de 2011

SERÁ MESMO INCOMPETÊNCIA???!!!...


FOTO RETIRADA DO GOOGLE

Segui pela televisão o jogo Benfica/Beira Mar e constatei que a primeira parte foi jogada em ritmo lento, especialmente por parte da equipa lisboeta. Praticamente não houve oportunidades de golo para nenhum dos lados. O que houve foi um golo perfeitamente regular anulado ao Benfica, já no final da primeira parte. Pablo Aimar sofreu falta de Hugo, já no enfiamento da grande área e o árbitro madeirense assinalou livre indirecto. Aimar cobrou o livre e a bola foi desviada por Djamal para dentro da baliza à guarda de Rui Rego. Estava feito o 1-0. Incompreensivelmente, por indicação do auxiliar, o golo foi anulado.

Como é possível que num lance de bola parada, nem o árbitro que até está em cima da jogada, nem o auxiliar que acompanhou visualmente o lance, vejam que a bola foi interceptada por Djamal? Como é possível que um lance desta natureza não seja bem ajuizado?

Helmano Santos é useiro e veseiro nestas situações e esta temporada já prejudicou o Benfica com foras de jogo inexistentes e faltas graves e grandes penalidades por assinalar. Até acredito que o homem não faça isso de propósito mas então a sua incompetência é muito grande e devia apitar jogos dos distritais de futebol.

Num jogo destes, disputado a passo e sem violência, fácil de arbitrar, não se admite que não veja uma falta grosseira sobre o jara e uma placagem dentro da grande área do Beira Mar sobre o Fernández, para além de outros equívocos em que marcou ao contrário.

A arbitragem portuguesa necessita de uma grande reestruturação e uma formação mais competente aos candidatos a árbitros.

Para que o futebol nacional ganhe credibilidade, é necessário que o sector da arbitragem melhore substancialmente.

sábado, 16 de abril de 2011

PODE HAVER FINAL PORTUGUESA NA LIGA EUROPA



Será que algum dos três vai conquistar a Liga Europa?

A exemplo do que tinha acontecido na primeira mão dos quartos de final da Liga Europa, as equipas portuguesas em prova, Benfica, Porto e Braga, superaram os seus adversários, mercê de um empate a dois golos, uma vitória 2-5 e um empate sem golos.


O resultado mais tengencial foi, sem dúvida, o do Sporting de Braga que passou beneficiando do empate fora 1-1 e 0-0 em casa, porque o Porto passou com um goal average nas duas mãos de 10-3 (5-1 e 2-5) e o Benfica 6-3 (4-1 e 2-2).


O futebol português impôs-se além-fronteiras e a prová-lo, estão as três equipas que ganharam merecidamente o direito de passar às meias finais da Liga Europa, sendo que um dos jogos vai encaixar o Benfica e o Braga, defrontando o Futebol Clube do Porto a equipa espanhola do Villa Real que despachou facilmente o Twente de Michel Preud'homme por 5-0 em casa e 1-3 fora.


Na final da Liga Europa vai estar, na pior das hipóteses, uma equipa portuguesa, a que sair vitoriosa do embate entre Benfica e Braga e, na melhor das hipóteses, duas equipas, caso o F. C. Porto consiga eliminar o Villa Real.


São jogos de difícil prognóstico porque vão ser confrontos muito renhidos, entre equipas que se conhecem bem. E como o futebol não é uma ciência exacta, tanto os Bracarenses como os lisboetas, têm possibilidades de chegar à final. Quanto aos portistas, acredito que têm valor para chegar à final e juntar-se ao Benfica ou ao Braga.


Para garantia do espectáculo, há um aspecto muito importante a considerar nestes jogos: não haverá árbitros portugueses, não havendo por isso lugar a suspeições e tentativas de condicionamento do trabalho da equipa de arbitragem. Haverá, concerteza, uma maior garantia de isenção. Nesse sentido, estão criadas todas as condições para se assistir a quatro bons jogos nas meias finais.


Que ganhem os melhores, aqueles que no terreno de jogo se superiorizarem aos adversários.