quarta-feira, 17 de março de 2010

REINA UM GRANDE ENTUSIASMO NAS HOSTES BENFIQUISTAS


DIA 16/3, quarta-feira, já não havia bilhetes para o grande jogo do título e o jogo do tira-teimas entre Benfica e Braga

É verdade, na quarta-feira à hora do almoço, desloquei-me ao Estádio da Luz para adquirir quatro ingressos para o grande jogo da 24ª jornada da Liga Sagres, entre o sensacional Braga e o renascido Benfica e depois de cerca de 10 minutos na fila, ao chegar à bilheteira, fui informado que a lotação estava esgotada e que apenas havia uma pequena quantidade de bilhetes destinados aos sócios.

Fiquei desiludido e triste porque queria mesmo assistir ao vivo a este grande jogo que pode decidir a conquista do Campeonado no caso da equipa lisboeta conquistar uma vitória. Se isso acontecer, o Benfica ficará com 6 pontos de vantagem que na prática serão sete, porque em igualdade pontual, os encarnados têm maior goal-average e isso quer dizer que nas últimas seis jornadas, tem seis pontos para gerir, podendo fazer três empates e ser campeões, sofrer uma derrota e um empate ou até duas derrotas.

Mas se por um lado fiquei desapontado por não conseguir os bilhetes, por outro, sendo um simpatizante das cores encarnadas, acabei por sentir algum conforto, por verificar que a nação benfiquista está a acordar de uma profunda letargia e a viver momentos de grande entusiasmo, acreditando nas potencialidades da equipa de futebol e esperançados na conquista do Título.

Há quantos anos não se via um Benfica com esta dimensão? Um Benfica que vence e convence e que esta época não tem dado grandes chances aos seus adversários de brilharem. Em muitos dos jogos venceu com goleadas e mesmo naqueles que não venceu, jogou o suficiente para construir melhores resultados.

Esta equipa do Benfica recuperou o orgulho perdido dos seus adeptos e simpatizantes e tem merecido o carinho e o apoio que estes lhe têm dado.

O Benfica é de longe o Clube com melhor média de espectadores presentes nos jogos e disso têm beneficiado todos os clubes que o defrontam nos seus redutos. É uma espécie de Pai Natal que todos esperam e por isso, a grande importância que representa um Benfica forte e ganhador a nível interno e externo.

Também os bilhetes para a final da Taça da Liga já foram todos vendidos e isso significa que o Benfica vai ter um grande apoio por parte dos sócios e simpatizantes no Estádio do Algarve, acreditando que o seu Clube vai vencer pela segunda vez consecutiva este troféu.

De facto, são os bons resultados e as vitórias nas competições que dão prestígio e visibilidade a uma equipa e este ano, o Benfica está na senda dos bons resultados e poderá também vencer algumas competições.

Como simpatizante, assim o espero.

domingo, 14 de março de 2010

UMA VITÓRIA PRECIOSA ARRANCADA A FERROS


Mais uma preciosa vitória arrancada a ferros, rumo à conquista do título, no sempre difícil reduto do Nacional, onde é sempre muito complicado conquistar pontos.

Se é certo que o Benfica demonstrou uma certa superioridade ao longo do jogo, também não é menos verdade que a equipa madeirense se bateu com grande brio e valentia e, por isso mesmo, não escandalizaria se tivesse conseguido conquistar um ponto.

O jogo não esteve fácil para a equipa lisboeta e a prová-lo está o facto de ter chegado ao intervalo com o resultado em branco. Só na segunda parte e quando já iam decorridos mais de 64 minutos de jogo, o Benfica chegou ao golo por intermédio de Cardozo, sempre ele, o rei dos golos do Benfica, a passe de Ruben Amorim.

Antes, aos 63 minutos, Tacuara havia falhado a marcação de uma grande penalidade duvidosa, aparentemente por falta cometida por Diego Barcellos sobre David Luis. Redimiu-se Cardozo daquele falhanço incrível que poderia ter causado danos irreparáveis nas hostes benfiquistas. Porém, isso não aconteceu e passado um minuto o jogador benfiquista emendou o seu falhanço marcando o único golo da partida e garantindo assim uma preciosa e difícil vitória para as aspirações do Sport Lisboa e Benfica que são ser campeão nacional e, ao mesmo tempo, voltar a ocupar o lugar que já foi seu na alta roda do futebol europeu e mundial.

Na luta pelo título, o Braga também ganhou em casa ao Rio Ave por uma bola a zero, o que deixa tudo na mesma na frente.

A próxima jornada, a 24ª, é decisiva para definir o próximo campeão nacional, já que vão defrontar-se no Estádio da Luz precisamente os dois primeiros classificados Benfica e Braga e o jogo servirá para isolar definitivamente o Benfica na frente da classificação ou então trazer de novo o Braga para o comando do campeonato, no caso de vencer o adversário e se isso acontecer, é caso para dizer que teremos dois pretendentes ao título até à última jornada.

Faltam sete jornadas e 21 pontos em disputa e, nesta altura, o Benfica tem todas as condições de vir a sagrar-se de novo campeão. A próxima jornada poderá ser um bom indicativo do que poderá vir a acontecer.

quinta-feira, 11 de março de 2010

BENFICA, 1 - MARSELHA, 1

Resultado favorável aos franceses
O grande Benfica não conseguiu hoje levar de vencida a forte equipa do Marselha. Foi pena que a escassos momentos do final do jogo tenha consentido o empate pois o 1-0 era um excelente resultado para a segunda mão.

Mas em abono da verdade, é bom que se diga que a excelente equipa do Marselha não merecia sair derrotada deste jogo da primeira mão dos oitavos-de-final da Liga Europa, já que se bateu de igual para igual com a equipa do Benfica. No entanto, a ter de empatar, teria sido muito melhor a zero pois daria mais chance aos encarnados de poderem passar aos quartos-de-final.

Todavia, pelo facto de o Marselha ter adoptado uma estratégia em Lisboa que lhe permitiu evitar o habitual caudal ofensivo do Benfica, não quer dizer que vá acontecer o mesmo no jogo da segunda mão e, por isso mesmo, a equipa portuguesa ainda tem uma palavra a dizer nesta eliminatória.

O jogo desta noite foi emotivo e intenso e mais parecia um encontro da Liga dos Campeões. Duas grandes equipas em confronto que jogaram o jogo pelo jogo até ao apito final do árbitro. Aliás, o Benfica só consente o empate porque estava a tentar marcar um segundo golo e não se preocupou em defender o resultado. Se o tivesse feito, concerteza teria conservado o resultado de 1-0 que até é um bom resultado nos jogos a eliminar. Foi pena porque a diferença de um golo dava ao Benfica uma boa margem de manobra e uma maior probabilidade de deixar o Marselha pelo caminho.

Nesta análise, deixar aqui também uma palavra de apreço ao Sporting que foi a Espanha defrontar o Atlético de Madrid e impor um excelente empate a zero, em condições difíceis porque jogou cerca de uma hora com 10, já que Grimi foi expulso por acumulação de amarelos.

Este resultado, dá ao Sporting uma forte possibilidade de chegar aos quartos-de-final da Liga Europa, pois acredito que no seu Estádio e perante o seu público não deixará escapar a oportunidade de vencer o Atlético de Madrid.

Está tudo em aberto para os dois clubes portugueses que até podem encontrar-se novamente no próximo sorteio dos quartos-de-final.

terça-feira, 9 de março de 2010

UMA HUMILHANTE GOLEADA

ARSENAL 5 - FCP 0
Esta equipa do Futebol Clube do Porto está irreconhecível. A nível interno, o Porto está a 11 pontos do primeiro lugar e na Liga dos Campeões também está com grandes dificuldades. Na primeira mão, lá conseguiu uma difícil e muito escassa vitória, 2-1, tendo-se notado que o meio-campo está muito debilitado. A saída de Lucho não foi superada e a linha avançada não é servida convenientemente.

Neste jogo da segunda mão, o Porto entregou completamente o jogo ao adversário nos primeiros 15 minutos; foi deprimente e confrangedor! Mas que táctica tão suicida o Jesualdo arranjou! Durante 15 minutos, a equipa do Porto praticamente não saiu do seu meio-campo e deixou-se dominar avassaladoramente pelo adversário. Se não presenciasse, nem acreditava que tal tivesse sido possível. O Golo estava iminente, tantas eram as ocasiões de golo e só a grande exibição de Helton evitou que na primeira parte só tivessem sido marcados dois. De facto, durante toda a primeira parte a superioridade do Arsenal foi muito acentuada e só mesmo Helton foi capaz de evitar um resultado mais dilatado.

O Futebol Clube do Porto foi facilmente eliminado pelo Arsenal porque foi uma equipa vulgaríssima. Este Porto é uma sombra do grande FCP de épocas anteriores. Será que acabou um ciclo e vai começar a travessia do deserto? Bem, se lhe acontecer como aos rivais Benfica e Sporting, arrisca-se a passar alguns anos a cheirar títulos. Lembram-se quantos anos esteve o Sporting e o Benfica sem ganhar um único Campeonato? Foram muitos. 15 num caso, 18 no outro.

Mas este Porto está assim porque levou anos de vacas gordas, dominou como quis a nível nacional, esbanjou muitos recursos e até deu para dar "baile" aos velhos rivais.

Sempre afirmei que Pinto da Costa podia ter saído em grande da presidência do Futebol Clube do Porto quando venceu a última Liga dos Campeões. Porém, Pinto da Costa não entendeu assim e vai sair pela porta dos fundos.

Este jogo da segunda mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões, é mais uma humilhação a nível internacional para o Futebol Clube do Porto e, como não podia deixar de ser, vai deixar marcas nas hostes portistas. Um resultado de 5-0 é demasiado pesado mas tendo em conta o que se passou dentro das quatro linhas, podia ter sido ainda mais volumoso. O Porto não foi capaz de contrariar o ascendente arsenalista em nenhum momento do jogo e praticamente não teve oportunidades de golo. Foi de facto muito má a exibição do FCP e o resultado está à vista: uma goleada.

É tudo espectacular quando uma equipa está no topo mas tudo se complica quando tem a infelicidade de cair em desgraça.

Como português e como desportista, tenho pena que o FCP tenha feito uma exibição tão pobre e tenha dado uma imagem tão pálida do futebol português. Oxalá que o Sporting e o Benfica vençam os jogos da primeira mão dos oitavos de final da Liga Europa e, se possível, com grandes exibições.

domingo, 7 de março de 2010

A DESCOLACEM ACONTECEU À 22ª JORNADA


O Benfica fez mais uma grande exibição frente à excelente equipa do Paços de Ferreira, vencendo o jogo com todo o mérito por 3-1, resultado ainda assim escasso para tantas oportunidades de golo.

Os encarnados entraram em campo com enorme atitude, pressionando os jogadores do Paços e imprimindo grande velocidade às jogadas sempre que tinham a bola. Os primeiros 15 minutos foram demolidores e logo desde o início se adivinhava o golo. Ele surgiu aos 13 minutos na sequência de um passe de Di Maria para Cardoso e este já na grande área devolveu, de cabeça, para Ruben Amorim que emendou, também de cabeça, para o fundo das redes.

Mas o jogo estava completamente dominado pelos encarnados que continuaram a jogar em grande velocidade, com passes ao primeiro toque e aos 17 minutos, Di Maria, Sempre ele, endoçou a bola para Saviola e este, já dentro da grande área, livrou-se de um adversário e de pé esquerdo, chutou certeiro para o 2º golo.

A ganhar por 2-0, a equipa encarnada continuou a jogar em velocidade e a fazer pressing sempre que ficavam sem a bola. Até à meia hora de jogo, a equipa lisboeta criou várias oportunidades de golo e só não marcou mais golos porque o guarda-redes do Paços esteve imperial. Porém, no último quarto de hora da primeira parte, a equipa abrandou o ritmo de jogo e então foi possível ao Paços ensaiar algumas jogadas de contra-ataque e num deles, após um cruzamento longo da esquerda para a direita, apareceu William a cabecear fora do alcance de Quim, levando a melhor sobre Coentrão, reduzindo para 2-1.

No segundo tempo, o figurino do jogo não se alterou e se o Benfica não estivesse tão perdulário, teria marcado mais golos. O Paços ia respondendo como podia e mercê da infelicidade da equipa da casa, ia ganhando ânimo para continuar a lutar. O jogo acabou para o Paços aos 58 minutos quando Cardozo fez o terceiro golo, com alguma sorte, já que a bola tabelou em Jorginho e traiu o guarda-redes Coelho.

Até ao final, o jogo continuou interessante, com ambas as equipas a tentarem chegar ao golo mas foi o Benfica que mais perto esteve de ampliar o resultado porque na verdade fez mais uma excelente exibição. O Paços foi uma equipa digna porque jogou o jogo pelo jogo e mesmo no capítulo disciplinar, pode dizer-se que não houve casos.

O árbitro do Porto, Soares Dias, o mesmo que esteve nos empates contra o Marítimo e o Olhanense, ainda cometeu algumas gafes, não deixando de mostrar cartões amarelos a Di Maria e Saviola e até a Luisão, sem que tal se justificasse. Por várias vezes Di Maria foi travado em falta e o Senhor Soares Dias fez vista grossa. Nos jogos que este Juiz dirigiu, o Benfica não tinha ganho e provavelmente apostaram nele para ver se continuava a dar sorte. Enganaram-se, porque desta vez o Benfica estava preparado para vencer o Paços e a equipa de arbitragem.

À 22ª jornada, o Benfica consegue descolar do Braga e afastar-se definitivamente do Futebol Clube do Porto. O título está à distância de oito jornadas e agora só tem que empenhar-se em vencer todos os jogos, sabendo-se que todos vão ser difíceis.

Di Maria fez um grande jogo mas Carlos Martins também este em bom nível. A equipa vale pelo seu todo. É um conjunto solidário, com grande espírito de sacrifício durante toda a partida. Este é um Benfica como já não se via há duas décadas.

sábado, 6 de março de 2010

O BRAGA COMEÇA A SOÇOBRAR

Vitória 0 Braga 0
.
Havia a expectativa de saber se o Sporting Clube de Braga na deslocação a Setúbal, seria capaz de fazer melhor do que o líder da classificação que ali havia empatado 1-1.

Realizado o jogo, verificou-se um empate a zero e do que pude ver, não haja dúvidas que se tratou de um jogo pouco atractivo, morno, sem grandes pressas, em que a primeira parte foi, mesmo assim, melhor que a segunda.

Quanto à justeza do resultado, pelo que vi na primeira parte e na segunda, o Vitória de Setúbal teve mais oportunidades de golo e não escandalizaria se tivesse conquistado os três pontos.

Domingos Paciência nas declarações que prestou sobre a antevisão do jogo disse: "vamos jogar nos limites para vencer o Vitória de Setúbal". A verdade é que a equipa não correspondeu à vontade do treinador e a vitória não foi possível.

Deste jogo, poderão tirar-se algumas ilacções quanto à probabilidade de o Braga poder chegar ao título. Na verdade, a equipa minhota tem vindo a perder força e ritmo competitivo e isso viu-se na derrota copiosa frente ao Futebol Clube do Porto onde, curiosamente, o Olhanense que tinha perdido em Braga na anterior jornada por 3-1, acabou por conseguir no Dragão um importante empate a duas bolas.

Se amanhã o Benfica ganhar o seu jogo frente ao Paços de Ferreira, como é previsível, ficará com três pontos de vantagem e poderá começar aqui a descolagem definitiva dos encarnados rumo ao tão desejado título.

Neste momento, o Braga se ganhasse todos os jogos que faltam, ainda se sagraria campeão, mesmo que o Benfica também ganhasse todos os jogos. Não esquecer que ainda vai haver um tira-teimas entre os dois quando se realizar o jogo da segunda volta no Estádio da Luz.

Faltam agora oito jornadas e 24 pontos em disputa. Não acredito que o Braga e o Benfica vençam todos os jogos que faltam, a incógnita está em saber quem vai perder mais pontos.

De uma coisa em tenho plena certeza: os candidatos ao título passam a ser apenas dois porque o Porto, com o resultado negativo desta jornada, ficou irremediavelmente afastado do título e talvez até do segundo lugar, o que não deixa de ser uma grande surpresa.

BRAVO OLHANENSE!


E AGORA JESUALDO?

Qual será a tábua de salvação?

A 22ª jornada da Liga Sagres começou com mais uma surpresa e a confirmação de que o Futebol Clube do Porto que foi rei e senhor nas últimas duas décadas, não é mais aquela equipa demolidora e vencedora a que habituou os seus adeptos e o País desportivo, em geral. Isso já tinha sido demonstrado na 1ª volta quando o Benfica venceu os dragões com toda a justiça no estádio da Luz, coisa que já não acontecia há muitos anos.

Por outro lado, o Futebol Clube do Porto regista na presente temporada um conjunto de resultados negativos que há muitos anos não se verificavam. O seu terceiro lugar na tabela classificativa com 44 pontos, conta já com 22 pontos perdidos, resultantes de 5 empates e 4 derrotas e já leva 8 pontos de atraso para o 1º classificado, com a probabilidade de ficar a 11 visto que o Benfica só amanhã vai jogar com o Paços de Ferreira, em casa.

Em épocas anteriores, o Futebol Clube do Porto dominava todas as classificações: tabela classificativa, mais golos marcados, menos golos sofridos, melhor marcador, equipa com menos faltas cometidas, etc., etc. Nesta época, o FCP não comanda nenhuma destas tabelas o que diz bem do apagão que sofreu a equipa nortenha.

Nesse sentido, foi sem grande surpresa que o Olhanense, desinibido e descomplexado, entrou no estádio do Dragão com vontade de mostrar o seu valor e construir um resultado positivo.

Perante a passividade dos atletas portistas e o desacerto do sector intermediário, a equipa algarvia inaugurou o marcador aos 13 minutos por intermédio de Djalmir e ainda os jogadores portistas estavam a digerir o revés quando o mesmo jogador, a passe de Paulo César, fazia entrar a bola na baliza por entre as pernas de Helton.

Se os portistas já estavam atordoados, com o segundo golo, a equipa ficou mesmo KO e não conseguia desenvolver jogadas de perigo com selo de golo.

Assim andou o FCP perdido até aos 81 minutos, quando na sequência de um canto marcado por Rodriguez, depois de uma grande confusão na grande área, falcão aproveitou para empurrar a bola para dentro da baliza e reduzir para 2-1.

Quando toda a gente já acreditava na vitória do Olhanense e na 5ª derrota do FCP, eis que aos 90+4', Varela cruza para a área e Guarin aparece a encostar ao segundo poste e a fazer o empate final 2-2.

Para o Olhanense, sofrer o golo do empate praticamente sobre o apito final, não deixa de ser algo frustrante mas de qualquer forma, é um resultado honroso e muito positivo pois não é qualquer equipa que vai ao Dragão conquistar 1 ponto e fazer dois golos.

Se anteriormente já seria muito difícil ao FCP atingir o primeiro ou o segundo lugar na tabela classificativa, com mais este empate, a missão deve ser impossível, porque tanto a equipa do Benfica como a do Braga têm demonstrado uma grande consistência competitiva e não nos parece que vão perder oito ou nove pontos que levam de diferença até ao final do Campeonato, agora com oito jornadas por disputar.

Vamos ver qual o desempenho de Braga e Benfica nesta jornada para ver se se confirma a veia ganhadora das duas equipas ou, se pelo contrário, alguma vai perder pontos e facilitar a vida do adversário.

O Braga está neste momento a jogar em Setúbal e aos 20 minutos de jogo, o resultado mantém-se inalterável 0-0.