E OS TRÊS GRANDES FABRICARAM
O MESMO RESULTADO
COM A AJUDA DA ARBITRAGEM
Para além de ter ficado uma grande penalidade por assinalar a favor do SLB, a imagem ao lado é esclarecedora quanto à irregularidade consentida pelo árbitro Artur Soares Dias, na marcação do penalti. Ainda a bola não tinha sido pontapeada e já dois jogadores tinham invadido a grande área. Diz a lei que, nestes casos, o castigo máximo tem que ser repetido.
Mas Artur Soares Dias foi o protagonista do jogo, pela negativa, contemporizando com o jogo quezilento do Marítimo, cujos jogadores apostaram em quebrar o ritmo de jogo, de qualquer maneira, atirando-se para o relvado por tudo e por nada, simulando lesões que nunca se verificaram ao longo do jogo, a não ser para o lado do Benfica, visto que Carlos Martins, na disputa de um lance com Alonso, ficou lesionado no ligamento lateral interno do joelho direito, devendo parar pelo menos quatro semanas.
Há que referir que os madeirenses apenas se preocuparam em destruir o jogo e queimar tempo, a todo o custo, por vezes de forma violenta, perante a passividade do juiz.
Segundo rezam as crónicas, o jogo esteve interrompido mais de 10 minutos e o Senhor Artur Soares Dias concedeu apenas 5 minutos de descontos.
Começa muito mal este árbitro que pelos vistos não cumpre as regras da arbitragem, tanto mais que acabou por ter influência no resultado, o que é sempre negativo e de lamentar.
E já que assim calha, vou completar a minha crónica desportiva, falando apenas de arbitragens, para referir que o Sporting também empatou 1-1 com o Nacional da Madeira, depois de estar a perder mas aí, o Senhor Pedro Proença, está de parabéns porque não teve qualquer influência no resultado final.
Já no Paços de Ferreira/Futebol Clube do Porto, toda a crítica é unânime em afirmar que a equipa da casa foi penalizada pela arbitragem, num primeiro momento porque foi adiada a expulsão de Hulk e num segundo momento, decorria o segundo minuto do prlongamento, o Paços foi impedido de chegar à vitória, já que Carlos Xistra anulou um lance legal de Carlitos, quando este já tinha dobrado o guarda-redes do F. C. Porto, Helton.
A posição de legalidade do jogador, pelos vistos era clara mas o árbitro não teve coragem para permitir que o Paços de Ferreira marcasse o golo da vitória, praticamente na última jogada do desafio.
Actuações deste tipo, enxovalham e mutilam a verdade desportiva. O resultado de um jogo não depende do mérito e esforço dos jogadores mas da habilidade e cobardia de um indivíduo que é nomeado para ser o garante dessa verdade desportiva. É de facto uma situação lamentável e insuportável que não permite que a tabela classificativa apresente a pontuação que os clubes deveriam ter mas sim aquela que os árbitros permitem que eles tenham.
Assim sendo, na actual classificação, Paços de Ferreira e Benfica deveriam ter mais dois pontos e Marítimo e Futebol Clube do Porto menos 1. Ou seja, estes Clubes têm uma classificação forjada pela arbitragem, sendo que maritimistas e portistas foram beneficiados e pacenses e benfiquistas prejudicados.
Já agora, porque não adivinho o que o árbitro pensa, fico sem saber o que teria acontecido se o Cardozo tem convertido o penalti. Por dedução e em conformidade com o seu desempenho ao longo do jogo, arriscaria que o Senhor Artur Soares Dias mandaria repeti-lo.
Os verdadeiros desportistas estão cansados com os erros grosseiros dos árbitros, em épocas anteriores e agora que esperavam uma mudança de comportamentos, logo na primeira jornada surgem situações escandalosas.
Aos Senhores árbitros pede-se que tratem todos os Clubes com equidade e com o mesmo respeito, apitando de forma uniforme, todas as faltas e castigando disciplinarmente com os mesmos critérios. Os árbitros não podem brincar com a dignidade e esforço dos atletas e a dedicação ao Clube dos adeptos e dirigentes.
Os árbitros que cometem erros grosseiros devem sofrer penalizações exemplares e no caso de reincidência devem ser despromovidos ou então aconselhados a dedicarem-se a outra qualquer actividade produtiva.

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