quinta-feira, 5 de maio de 2011

BRAGA NA FINAL DA LIGA EUROPA




IMAGEM RETIRADA DO GOOGLE


O BENFICA LEVOU UMA LIÇÃO DE BOLA E FOI AFASTADO DA FINAL DA LIGA EUROPA, TAL COMO FOI DA TAÇA DE PORTUGAL


O Braga está com todo o mérito na final da Liga Europa e demonstrou uma vez mais que com um plantel 50 vezes mais barato, é possível, com garra e querer, derrotar adversários teoricamente mais poderosos.


Os jogadores da equipa do Benfica, pagos a peso de ouro, estão a fazer um final de temporada vergonhoso, estando neste momento a 21 pontos de distância do F. C. Porto na classificação do Campeonato Nacional, foram eliminados na meia final da Taça de Portugal, em casa, pelos dragões por um convincente 3-1 e como não há duas sem três, foram afastados da final da Liga Europa, porque a equipa não teve capacidade para se impor à aguerrida formação minhota, essa sim, determinada em ganhar o passaporte para a final.


No cômputo das duas mãos, as equipas marcaram o mesmo número de golos mas valeu para o desempate o golo que o Braga marcou no Estádio da Luz.


Porém, se os jogos tivessem sido dirigidos por árbitros portugueses, o Braga teria ultrapassado a eliminatória com uma diferença de pelo menos dois ou três golos de diferença, já que também teria ganho no Estádio da Luz.


Tal não foi possível porque as brilhantes actuações das equipas de arbitragem, não permitiram que os jogadores do Braga fizessem todo o tipo de faltas e não tiveram qualquer receio de lhes exibir cartões amarelos nos primeiros minutos de jogo.


Se as arbitragens se tivessem pautado ao nível das portuguesas, o Braga teria exercido ainda mais pressing sobre a equipa benfiquista e teria marcado mais dois ou três golos. Os jogadores do Braga são maduros, sabem tirar proveito de certas situações que eles mesmos provocam ao longo do encontro. Os jogadores do benfica são uns anjinhos que não tiram partido de coisa nenhuma, parecem putos de 10/12 aninhos no meio de homens adultos.


Quem perde dinheiro e prestígio é a Instituição Benfica e com jornadas gloriosas como esta, eu faço ideia como as inscrições de associados devem ser às carradas...


O Benfica foi eliminado porque não esteve à altura de uma meia final da Liga Europa, dando a impressão que os jogadores não estavam interessados em chegar a Dublin.


Não tenho dúvidas que a equipa minhota fará muito melhor figura na final do que faria a equipa encarnada e o Porto terá um adversário na sua frente que vai lutar até à exaustão para vencer o jogo.


Força Braga!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

QUEM SEMEIA VENTOS...



IMAGEM RETIRADA DO GOOGLE

JOSÉ MOURINHO estará a ser vítima de si próprio. Por outras palavras: o treinador português teve uma sacensão meteórica ao estrelato dos técnicos de futebol melhor sucedidos. Por essa razão, adoptou uma certa sobranceria na abordagem das questões do futebol que os adversários, sempre que têm oportunidade, recriminam.

Essa animosidade e essa má vontade parece ter alastrado às equipas de arbitragem que dirigem os jogos em que participa o Real Madrid, uma vez que frequentemente, a equipa é tratada de forma desigual face aos seus adversários.

O Real Madrid tem sido muito prejudicado pelas arbitragens, não sei se casual ou deliberadamente e quem assiste aos jogos tem tido oportunidade de ver expulsões escandalosas dos jogadores, faltas descaradas a seu favor não assinaladas, faltas marcadas contra inexistentes, penalidades claras sobre os jogadores merengues não assinaladas mas ao contrário, até em situações que não há falta, são marcadas.

Mourinho que é um treinador pouco humilde e explosivo, tem denunciado essas situações de forma incisiva e com grande veemência e tal atitude tem-lhe causado muitos inimigos. O facto de ter ganho a Taça do Rei ainda mais aguçou os apetites de vingança das hostes blaugrana que têm utilizado todos os meios para alcançar os seus objectivos: conquistar o campeonato espanhol e a Champions League.

Nas duas mãos das meias finais da Champions, o Real Madrid foi claramente prejudicado pelas equipas de arbitragem, na primeira mão expulsando Pepi, o carrasco de Messi que até ao momento da expulsão ainda nem sequer se tinha aproximado da grande área do Real, numa jogada em que não cometeu qualquer falta e em que nem sequer o cartão amarelo se justificava. Só depois da expulsão Messi ganhou a liberdade necessária para marcar os dois golos da vitória do Barça. Mourinho teve razão nos protestos e nas críticas que fez e que lhe valeram a expulsão.

Mas nessa primeira mão, a equipa de arbitragem, para além dessa gigantesca nódoa, contemporizou com as simulações e matreirices dos jogadores catalães, assinalando faltas inexistentes. A arbitragem impediu o Real de chegar à final da Champions.

Na segunda mão, a equipa de arbitragem também se deixou influenciar pelo comportamento manhoso dos jogadores da equipa de Barcelona que por tudo e por nada se mandavam para o chão e aniquilou as esperanças do Real de chegar à vantagem, anulando o golo limpinho de Iguaín no início da segunda parte. Este golo é absolutamente legal porque embora tenha havido uma falta sobre Ronaldo, ela não foi assinalada, para não beneficiar o infractor e a bola seguiu para Iguaín que rematou para o fundo das redes. É claro que este golo se tivesse sido marcado pelo Barcelona teria contado.

Resta saber se na final o Manchester vai ser tratado da mesma forma pela arbitragem. Se assim acontecer, o Clube inglês não tem qualquer hipótese de sair vitorioso do confronto com os espanhois do Barcelona.

José Mourinho, depois do que se passou, deve querer que o seu amigo Alex Ferguson faça aos catalães aquilo que ele foi impedido de fazer e vença a Liga dos Campeões.

A ver vamos.




quinta-feira, 28 de abril de 2011

BENFICA, 2 - BRAGA, 1



Com arbitragem portuguesa, o Benfica tinha perdido o jogo

A equipa do Sporting de Braga é durinha e alguns dos seus jogadores são verdadeiros artistas na arte da simulação. Os seus jogadores, ao longo da partida, arranjam sempre casos para desconcentrar e massacrar psicologicamente o adversário. Nos jogos em que defrontou o Benfica, tanto na época passada como nesta, os jogadores do Braga abusaram nas jogadas faltosas e nas simulações, com a complacência das equipas de arbitragem que deixam passar em claro todos esses abusos.

No jogo desta noite, o Braga começou por fazer a mesmíssima coisa mas o árbitro não era português, era o Senhor Craig Thompson, de nacionalidade escocesa e isso fez toda a diferença.

Nenhum árbitro português mostrava o primeiro cartão amarelo aos 6 minutos de jogo a Rodriguez por travar Aimar.

Nos jogos entre o Benfica e o Braga, a equipa encarnada é sempre muito mais penalizada com faltas e cartões amarelos, precisamente porque muitas das infracções são marcadas ao contrário. Este Juiz, no lance em que Javi Garcia foi expulso, marcaria falta a Alan que de facto entrou duro sobre o jogador benfiquista.

Há, de facto, por parte dos árbitros estrangeiros muito mais acerto e justiça. O árbitro desta noite esteve à altura e não permitiu que os jogadores do Braga praticassem o tipo de jogo duro e quezilento de outros jogos contra o Benfica.

Aos 39 minutos mostrou novo cartão amarelo a Vandinho por falta sobre Coentrão, dizendo-lhe que era a terceira ou quarta falta que cometia e aos 43 minutos voltou a mostrar cartão amarelo a Miguel Garcia. Com árbitros portugueses, estes jogadores teriam ficado a rir-se por debaixo do bigode e a repetir as mesmas faltas.

É que este árbitro entrou em campo com o propósito de ser isento e sem palas nos olhos e, por isso mesmo, esteve bem, técnica e disciplinarmente. Viu bem as faltas, os foras-de-jogo, as simulações e não inventou situações que não existiram no jogo. Com árbitros desta categoria, o futebol fica a ganhar e muito.

Para o jogo da segunda mão, em Braga, há a certeza de ser nomeado novo Juiz estrangeiro. Seja de que País for, há a certeza de que vai ser imparcial e, nesse aspecto, o Benfica tem muito a ganhar porque pode ficar tranquilo com a arbitragem e concentrar-se exclusivamente no jogo.

O Braga não vai poder fazer o tipo de jogo duro nem simular faltas porque o árbitro não lho vai consentir. No jogo de hoje, aos 10 minutos, o Braga já tinha sido penalizado com uma série de faltas que com um árbitro português não tinham sido assinaladas e os cartões amarelos tinham sido mostrados ao contrário.

Porque será que no jogo desta noite, o Braga contabilizou mais faltas que o Benfica? Nos outros jogos, tem acontecido precisamente o contrário. De facto, mais uma vez ficou provado que em jogos equilibrados, a actuação da equipa de arbitragem tem uma importância fundamental e muitas vezes, a decisão do jogo é da sua responsabilidade, quando marca um penalti que não foi, quando não marca um penalti que existiu, quando não assinala um fora de jogo que resultou em golo, quando faz vista grossa a faltas perigosas nas imediações da grande área, quando não expulsa um jogador ou quando o expulsa injustamente, etc. Em Portugal, as arbitragens têm fabricado muitos resultados e essa situação envergonha o desporto.

Parabéns ao F. C. Porto que infrigiu uma pesada derrota à equipa espanhola do Villa Real e conquistou, praticamente, o passaporte para a final. Não acredito que a equipa espanhola tenha capacidade para derrotar o Porto por 4-0 e poder passar à final.

Porém, se o Porto já está na final, do jogo de hoje entre o Benfica e o Braga, nada ficou resolvido. O jogo da segunda mão, na próxima quinta-feira, em Braga, será o tira-teimas e determinará quem se juntará ao Porto.

Que ganhe quem em campo demonstrar melhor futebol.

sábado, 23 de abril de 2011

A TAÇA DA LIGA NÃO COMPENSA A TAÇA DE PORTUGAL



Quem viu este jogo da final da Taça da Liga entre o Paços de Ferreira e o Benfica, ficou definitivamente a saber que a equipa encarnada é um conjunto vulgar que pode muito bem perder ou empatar com qualquer equipa do Campeonato Nacional e que com o Porto, dificilmente, em 10 jogos ganhará um.

De facto, o Benfica não tem conjunto e pior do que isso, tem um plantel mal arrumado, onde há jogadores com lugar cativo no onze titular que nem no banco se deviam sentar.

O treinador passou toda a época a apostar em determinados atletas que por não estarem em forma, deviam ter dado lugar a outras opções. Cardozo e Sá Viola são exemplos gritantes mas tem mais casos que não foram tidos em conta porque o treinador é casmurro, teimoso como uma porta. Se assim não fosse, o guarda-redes Roberto teria perdido a titularidade e evitado que o Benfica sofresse alguns frangos que lhe custaram 3 pontos.

Este jogo com o Paços de Ferreira evidenciou a fragilidade da equipa que não consegue mandar no jogo e permite que o adversário tenha posse de bola e crie sucessivos lances de perigo.

O Paços jogou o jogo pelo jogo e podia ter chegado ao final do tempo regulamentar com outro resultado. Jogou com intensidade e determinação e nunca baixou os braços, obrigando mesmo Moreira a efectuar algumas boas defesas.

A conquista desta Taça da Liga não vem, de forma nenhuma, recompensar os sócios, adeptos e simpatizantes, pelo escandaloso afastamento da Taça de Portugal pelo F. C. Porto. O que se passou no dia 20.04.2011, em pleno Estádio da Luz, é algo que os benfiquistas não vão esquecer tão cedo. A equipa não conseguiu, com uma vantagem de dois golos, assegurar a passagem à final, deixando chegar o resultado a 3-0 no espaço de 10 minutos. É de facto humilhante e as declarações que os jogadores fizeram antes do jogo, tornam ainda mais humilhante a derrota porque todos afirmavam que iam ganhar. Essas declarações de vitória antes dos jogos se efectuarem, são irresponsáveis e deviam acabar. Só no final dos jogos se sabe quem perdeu e quem ganhou. Acabem com esse tipo de declarações, porque se perderem, não têm que engolir o que disseram.

Esta Taça da Liga, comparada com uma vitória sobre o Porto e a sua eliminação da Taça de Portugal, a segunda competição mais importante do calendário nacional, não vale absolutamente nada e não salva época nenhuma. Se o Benfica chegar ao final da época apenas com este troféu ganho, será uma grande desilusão para toda a massa adepta e um fracasso monumental para a Instituição Sport Lisboa E Benfica.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

O MAU PRESSÁGIO CONFIRMOU-SE




O treinador benfiquista pôs-se a jeito e o Porto aproveitou bem


Quando ontem escrevia que a nomeação de Carlos Xistra constituía um mau presságio para os encarnados, adivinhava o que na verdade se iria passar: O Benfica iria ser mais uma vez humilhado, no seu estádio, pelo rival F. C. Porto, que haveria de vencer o encontro por 3-1, roubando-lhe a possibilidade de disputar a final da Taça de Portugal, no Estádio Nacional, contra o Vitória de Guimarães, de nada lhe valendo a vitória por 2-0 alcançada no estádio do Dragão.


Na verdade, não se compreende como foi possível que a equipa benfiquista, na segunda parte, em apenas 10 minutos, entre os 64 e os 74, tenha consentido que a sua baliza fosse violada por três vezes, colocando-se o F. C. Porto numa confortável vantagem na eliminatória, no cômputo das duas mãos.


Mais uma tremenda desilusão para as hostes benfiquistas que estavam convencidas que com maior ou menor dificuldade, o seu Clube iria ultrapassar o Porto e ganhar a final frente ao Vitória de Guimarães.


O treinador encarnado parece que perdeu faculdades e só tem feito asneiras no último terço do Campeonato. Andou a poupar os jogadores para estarem em forma nos grandes jogos e acabou por permitir que o rival festejasse o título de campeão no Estádio da Luz e, ao mesmo tempo, se distanciasse na classificação com uma diferença de 20 pontos.


Como se isso já não fosse bastante, agora perdeu categoricamente, em casa, por 3-1, a segunda mão da Taça de Portugal e foi humilhantemente afastado da final.


Vai seguir-se agora a primeira mão da Liga Europa, no Estádio da Luz, com o Sporting de Braga e o panorama também não é nada agradável. Os minhotos constituem uma equipa guerreira que luta até à exaustão, do primeiro ao último minuto de jogo. Não é qualquer equipa que elimina o Liverpool.


O Braga vai enfrentar esta meia final da Liga Europa como uma grande oportunidade de fazer um tremendo brilharete e colocar-se definitivamente no mapa dos clubes que conquistaram títulos europeus.
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O Benfica a jogar como está, não terá qualquer hipótese de impedir a presença dos bracarenses na final da Liga Europa e no sábado, a final da Taça da Liga frente ao Paços de Ferreira, não são favas contadas e até pode acontecer que as hostes benfiquistas sofram mais uma forte desilusão.


Um final de temporada para esquecer da equipa do Benfica que não tem apresentado em campo argumentos suficientes para fazer melhor.

MAU PRESSÁGIO!... OUTRA VEZ O XISTRA?



Mau presságio, outra vez o Xistra, desta vez para decidir quem vai conquistar a Taça de Portugal? Sim, porque o vencedor desta meia-final, com o Benfica em vantagem, pela vitória de 2-0 que foi alcançar ao Dragão, irá defrontar o Vitória de Guimarães, já apurado, depois de ter eliminado a Académica de Coimbra pela diferença mínima.

Então não foi esta sumidade da arbitragem portuguesa que arrumou de vez o Benfica da luta pela conquista do Campeonato Nacional?

Estou lembrado que no jogo Braga/Benfica, este Senhor vaidoso e petulante, conseguiu transformar uma falta clara do jogador minhoto (Alan) sobre o Javi Garcia, numa agressão deste jogador ao adversário, tendo nascido do livre e da confusão que se gerou, o golo do empate do Sporting de Braga e a total desorganização da equipa benfiquista que até aí tinha estado muito bem, em consequência da injusta e ridícula expulsão do jogador encarnado.

O Benfica, antes desse jogo, estava a sete pontos de distância do F. C. Porto e depois passou para 10 pontos de diferença. Foi sem dúvida um cheque-mate de mestre, aquele com que o Senhor Carlos Xistra presenteou o Glorioso, quando ainda lutava com garra e determinação para alcançar o seu rival e, por isso mesmo, este mau árbitro não devia dirigir este encontro.

Não consigo compreender o porquê destas nomeações. Árbitros useiros e veseiros na arte de beneficiar uns em detrimento de outros, deviam ser banidos da arbitragem e dar mais oportunidades a jovens árbitros para chegarem à primeira categoria. Um árbitro não tem que apitar 6 ou 7 jogos por época da mesma equipa. É uma situação que facilita e permite o aparecimento de casos duvidosos e complicados que penalisam quase sempre as mesmas equipas.

As estruturas da arbitragem carecem de uma reestruturação profunda em que o mérito e a avaliação dos árbitros obedeça exclusivamente ao seu trabalho isento, em vez de serem recompensados pelos serviços que prestam a determinados clubes.

domingo, 17 de abril de 2011

SERÁ MESMO INCOMPETÊNCIA???!!!...


FOTO RETIRADA DO GOOGLE

Segui pela televisão o jogo Benfica/Beira Mar e constatei que a primeira parte foi jogada em ritmo lento, especialmente por parte da equipa lisboeta. Praticamente não houve oportunidades de golo para nenhum dos lados. O que houve foi um golo perfeitamente regular anulado ao Benfica, já no final da primeira parte. Pablo Aimar sofreu falta de Hugo, já no enfiamento da grande área e o árbitro madeirense assinalou livre indirecto. Aimar cobrou o livre e a bola foi desviada por Djamal para dentro da baliza à guarda de Rui Rego. Estava feito o 1-0. Incompreensivelmente, por indicação do auxiliar, o golo foi anulado.

Como é possível que num lance de bola parada, nem o árbitro que até está em cima da jogada, nem o auxiliar que acompanhou visualmente o lance, vejam que a bola foi interceptada por Djamal? Como é possível que um lance desta natureza não seja bem ajuizado?

Helmano Santos é useiro e veseiro nestas situações e esta temporada já prejudicou o Benfica com foras de jogo inexistentes e faltas graves e grandes penalidades por assinalar. Até acredito que o homem não faça isso de propósito mas então a sua incompetência é muito grande e devia apitar jogos dos distritais de futebol.

Num jogo destes, disputado a passo e sem violência, fácil de arbitrar, não se admite que não veja uma falta grosseira sobre o jara e uma placagem dentro da grande área do Beira Mar sobre o Fernández, para além de outros equívocos em que marcou ao contrário.

A arbitragem portuguesa necessita de uma grande reestruturação e uma formação mais competente aos candidatos a árbitros.

Para que o futebol nacional ganhe credibilidade, é necessário que o sector da arbitragem melhore substancialmente.