sábado, 7 de agosto de 2010

VITÓRIA SEM ESPINHAS DO F. C. PORTO


Esta Supertaça, a 17ª, já não escapa...
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Segui o jogo pela televisão e constatei que a equipa do F. C. Porto esteve mais forte e mais coesa, a defender, a atacar e a gerir a posse de bola. A equipa do Benfica mostrou algumas fragilidades em todos os sectores, começando pelo guarda-redes, passando pela defesa, meio-campo e ataque.

O F. C. Porto entrou em campo determinado, lutador e mais esclarecido e, nesse sentido, fez circular melhor a bola, falhou menos passes e ganhou muitos lances por antecipação ao adversário.

No primeiro golo, na sequência de um canto, as culpas têm que ser repartidas pela defesa e pelo guarda-redes que permitiu que Rolando, completamente solto, cabeceasse com êxito já dentro da pequena área. Já no segundo golo, tanto Luisão como Amorim não conseguiram travar Varela que centrou para Falcão rematar com êxito, à entrada da grande área. Acho que também neste lance Roberto poderia ter feito melhor.

O jogo foi bastante quezilento e os jogadores do Benfica deixaram-se enredar na teia que a equipa portista lhes teceu. Quando é que os jogadores se convencem que a sua missão dentro das quatro linhas é apenas jogar leal e profissionalmente à bola?

Tudo quanto acontece durante os jogos que não seja jogar à bola, é degradante e contribui para que os estádios de futebol cada vez tenham menos espectadores. Quem vai aos estádios, quer ver bom futebol, festejar muitos golos e vibrar com jogadas espectaculares. De forma nenhuma quer ver as picardias entre jogadores, as entradas maldosas e as simulações.

O jogo desta noite foi condimentado com todos esses ingredientes e, nesse aspecto, não fugiu à regra de tantos outros embates entre as duas equipas.

O F. C. Porto foi um justo vencedor e justificam-se os dois golos de diferença. O Benfica esteve francamente mal e tem muito a rectificar, caso pretenda ser mesmo um sério candidato à conquista do Campeonato.

Os jogadores do Porto fizeram questão de festejar rijamente a conquista da 17ª Supertaça, demonstrando uma grande raça e uma forte união do grupo, como que a querer dizer que isto é só o princípio...

QUEM VAI GANHAR O PRIMEIRO TROFÉU DA TEMPORADA?


Primeiro confronto entre os técnicos JJ e VB
Em jeito de antevisão do jogo de logo à noite entre o Sport Lisboa e Benfica e o Futebol Clube do Porto, para a disputa da 32ª edição da Supertaça Cândido de Oliveira, direi que é uma partida importante para as duas equipas, já que se trata do primeiro jogo oficial da época, com direito a troféu que ambas as equipas anseiam ganhar e, de certa forma, mostrar ascendente sobre o adversário.

Para além disso, a equipa que sair vitoriosa, reforçará os seus níveis de autoconfiança e ganhará uma motivação extra para enfrentar o Campeonato e as várias competições em que está envolvida e, por isso mesmo, será também um jogo de grande importância para a afirmação dos técnicos JJ e VB, mais até para o segundo, visto que Jesus já nada mais tem a provar em termos de competência e cultura futebolística.

Relativamente às possibilidades de cada equipa para vencer o jogo desta noite, parece-me que neste momento a equipa encarnada estará mais adiantada na preparação e com um ritmo de jogo mais intenso. No entanto, nestes jogos, é sempre difícil arriscar um prognóstico porque, por vezes, as equipas que estão menos bem, acabam por se agigantar e arrancar boas exibições, vencendo os jogos e contrariando a lógica.

Vilas Boas desejaria ardentemente vencer este jogo para transmitir confiança aos dirigentes e à massa adepta portista que não está lá muito convencida do seu valor. Uma derrota portista só viria contribuir para aumentar essa desconfiança.

Já Jorge Jesus, que tem repetidamente afirmado que vai jogar para ganhar, se porventura vier a perder, não vai sofrer grandes consequências, a não ser o amargo próprio de uma derrota numa prova em que o adversário é Rei e Senhor pois já conquistou mais Supertaças do que todos os outros clubes juntos.

Nestes jogos entre Benfica e Porto, há sempre grande tensão e nervosismo, dentro e fora das quatro linhas, verificando-se quase sempre actos e atitudes que não prestigiam o desporto-rei. Penso que é tempo de democratizar o futebol. Dirigentes e atletas têm que dignificar o futebol, dentro e fora das quatro linhas. As equipas têm que preocupar-se em jogar lealmente, respeitando-se mutuamente e honrando as camisolas que vestem. É preciso saber ganhar e é preciso saber perder. Que o jogo desta noite seja um hino ao futebol e que todos saibam desempenhar na perfeição as suas funções.

domingo, 1 de agosto de 2010

BENFICA - UMA PRÉ-ÉPOCA DE LUXO


Saviola vai iniciar o Campeonato em grande forma

O Benfica, neste Torneio do Guadiana já está a praticar um bom futebol. Os jogadores revelam uma boa preparação, correm muito e fazem pressão alta sobre o adversário, não lhe permitindo uma boa organização de jogo.

É uma equipa que manda no jogo e cria grandes oportunidades de golo. A equipa movimenta-se em velocidade e os adversários sentem grandes dificuldades em travar as incursões dos avançados benfiquistas.

Depois de vencer o Torneio de Guimarães, tudo leva a crer que o Benfica vai ganhar este Torneio do Guadiana pelo segundo ano consecutivo, uma vez que ganha ao intervalo por 3-0 ao Aston Villa, com golos de Cardoso, David Luis e Saviola.

Depois da entrada de Luisão, a defesa está mais sóbria e também o guarda-redes Roberto parece estar mais seguro e confiante.

Segui com muito agrado o encontro com o Aston Villa pela televisão e gostei da entrega e dinâmica de jogo dos jogadores benfiquistas que chegaram com alguma facilidade a um resultado de 4-0, embora a equipa inglesa tenha marcado o golo de honra quase no final do jogo. O resultado até poderá parecer um pouco exagerado mas de facto a equipa encarnada não deu grandes chances ao adversário.

Esta equipa do Benfica joga colectivamente, com espírito de entreajuda e os jogadores nunca dão uma jogada como perdida. Em suma, esta equipa do Benfica está a criar uma dinâmica de vitória que provavelmente se vai manter ao longo da época e, dessa forma, dar grandes alegrias aos seus adeptos.

Vem aí o jogo da Supertaça contra o Futebol Clube do Porto. Vai ser um teste excelente para se avaliar qual das duas equipas está em melhor forma e quem ganhar, ficará concerteza mais motivado para iniciar o Campeonato.

Vamos aguardar.

sábado, 24 de julho de 2010

APESAR DE TUDO... UMA VITÓRIA


Um Benfica ainda muito pouco automatizado e algo desconcentrado, impôs-se à formação do Mónaco que ofereceu uma boa réplica, na apresentação aos sócios, vencendo por 3-2, com golos de Airton, Aimar e Cardozo.

No jogo de hoje, a minha maior expectativa residia na prestação do guarda-redes Roberto que, tanto quanto me tenho apercebido, não tem estado muito feliz e sofreu alguns golos por culpa própria. Pois no jogo desta noite, voltei a verificar que o guardião encarnado voltou a estar mal, cometendo basicamente os mesmos erros anteriores: muitas hesitações nas saídas e em pelo menos três ocasiões, os avançados franceses criram muito perigo, apossando-se de bolas a que Roberto tinha obrigação de chegar primeiro. Na primeira parte voltou a encaixar 2 golos e se continuasse na baliza na segunda parte, provavelmente o Benfica não ganharia o jogo.

Não acredito que o Benfica tenha dispendido mais de 8 milhões de euros por um guarda-redes que até ao momento tem sido um fiasco. Se Roberto tem valor ainda o não demonstrou. Haverá alguma razão especial? Esperemos que seja apenas por falta de adaptação e entendimento com os colegas do sector da defesa e que rapidamente o goleiro Roberto possa descansar os adeptos benfiquistas.

De resto, o jogo de apresentação mostrou as deficiências características de qualquer equipa em início de época. Porém, nesta apresentação tivemos oportunidade de ver um Coentrão em grande estilo que até foi eleito o jogador revelação do ano. Coentrão esteve fantástico na fase final do Campeonato do Mundo e já está em grande forma no início da nova época. O Benfica deve fazer tudo para o manter no plantel porque é uma grande mais-valia. Tacuara, o mal amado, precisou de um minuto apenas para marcar o golo da vitória do Benfica, começando da melhor maneira a nova temporada futebolística. E aquele golo que marcou Aimar, é extraordinário e fez levantar o estádio! Airton também se estreou a marcar pelo Benfica, inaugurando o marcador com um espectacular golo de cabeça.
E já agora, este jogo também demonstrou mais uma vez que David Luis, embora sendo um óptimo jogador, comete infantilidades que põem em risco o êxito da equipa, perdendo a bola em situações inesperadas por falta de concentração e facilitismos que não podem acontecer ao nível de profissionais de equipas de top e pagos a peso de ouro. Jorge Jesus tem que pôr este jovem na linha, mesmo que tenha que lhe ministrar alguns raspanetes.

Luisão, Maxi Pereira e Ramires ainda não se apresentaram e a equipa tipo ainda não está delineada. Com mais uma ou duas semanas de trabalho e com todos os melhores jogadores disponíveis, a equipa vai concerteza melhorar o seu rendimento, para iniciar o Campeonato 2010/2011, como candidato à conquista de novo título.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

ESPANHA CHEGA AO TÍTULO MUNDIAL...


...E OS ESPANHOIS FESTEJAM EUFORICAMENTE
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Depois da derrota com a Suíça no primeiro jogo da fase final do Campeonato do Mundo na África do Sul, a Espanha abanou mas acabou por passar aos oitavos-de-final, vencendo os dois jogos seguintes.

Nos oitavos-de-final, a Espanha defrontou a equipa portuguesa e acabou por alcançar a vitória, já na parte final do encontro, com um golo irregular de David Villa que se encontrava em claro fora de jogo.

Nos quartos-de-final, a equipa espanhola defrontou o Paraguai e também acabou por ganhar por uma bola a zero, depois de ter sido anulado um golo limpo à equipa do Paraguai, quase ao findar a primeira parte. Se este golo tem sido validado e tendo em conta o excelente sector defensivo dos paraguaios, a Espanha teria tido muita dificuldade em marcar um golo. Também nesta partida os espanhois beneficiaram de um equívoco clamoroso do árbitro e o resultado saiu viciado. Diego Forlán, eleito o melhor jogador do mundial, não merecia essa traição da arbitragem.

Depois, nas meias-finais, todo o Mundo pôde ver uma Espanha superior à poderosa Alemanha que acabou por vencer também por 1-0 mas neste jogo com uma particularidade interessante: o resultado não foi influenciado pela arbitragem e podia até ser mais dilatado.

Quanto à final, os holandeses venderam cara a derrota e se Roben tem estado nos seus dias, provavelmente não teria falhado três excelentes ocasiões para marcar, duas delas, isolado frente a Casillas.

Como não há três sem quatro, a Espanha também derrotou a Holanda por uma bola a zero, já na segunda parte do prolongamento e quando toda a gente já pensava que o campeão do mundo de 2010 iria ser encontrado através do recurso à marcação de grandes penalidades.

Em 7 jogos disputados, a Espanha marcou 8 golos e sofreu 2, em jogos muito sofridos e foi campeã do Mundo porque a sorte esteve do seu lado. Mas como não há campeões sem sorte, há que felicitar os nossos vizinhos e desejar que para a próxima edição do Campeonato do Mundo, Portugal possa fazer o mesmo que os espanhois fizeram: entrar em campo sem medo e com um único objectivo: a vitória.

Como nota final, dizer que Portugal acabou por ser afastado nos oitavos-de-final pela equipa que viria a sagrar-se campeã do Mundo e, nesse aspecto, acabou por ser um pouco atenuada essa derrota com a Espanha.

sábado, 3 de julho de 2010

PÉSSIMAS ARBITRAGENS NO MUNDIAL


Há as bolas que entram e não contam e há as que não entram e contam...
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Neste Campeonato do Mundo temos visto arbitragens simpáticas que priveligiam determinada equipa em detrimento da outra e arbitragens medíocres em que algumas equipas têm sido claramente prejudicadas. Diremos que também se têm visto as arbitragens habilidosas que em caso de dúvida favorecem sempre a equipa mais forte ou então a equipa da sua simpatia e até marcam faltas a favor do infractor, precisamente ao contrário.

Vi golos marcados em claro fora de jogo, precedidos de falta, vi anular golos limpos, vi exibir cartões amarelos em situações de pequenas faltas e vi faltas gravíssimas e até agressões merecedoras de cartão vermelho, em que até o amarelo ficou no bolso do árbitro. Vi até uma expulsão caricata de um jogador português, numa simulação vergonhosa do atacante espanhol. Mas neste jogo Espanha/Portugal, o árbitro, na dúvida, marcou sempre falta contra os portugueses e fez vista grossa a algumas entradas bem durinhas de nuestros hermanos. Ronaldo sofreu duas ou três faltas que o árbitro deixou passar em claro. E como se tudo isso não chegasse, Portugal foi eliminado com um golo irregular, já que David Villa estava em claro fora-de-jogo.

O Juiz de campo argentino não devia ter sido designado para este encontro mas a FIFA nunca demonstrou grande respeito por Portugal e não era agora que o ia fazer, neste Campeonato do Mundo, quando do outro lado estava a sempre protegida Espanha.

No jogo dos quartos-de-final Espanha/Paraguai, o árbitro anulou um golo limpo ao Paraguai, marcado nos instantes finais da primeira parte. O avançado estava em posição legalíssima mas o golo foi anulado. Se a situação fosse ao contrário, o golo teria sido validado. E quanto não valeria para os Paraguaios esse golo marcado no final da primeira parte? Da forma como defendem, concerteza tinham eliminado os espanhois. Há equipas que são protegidas e outras que são prejudicadas e, de facto, quando uma equipa marca em primeiro lugar um golo limpo e é anulado, o resultado desse jogo pode ficar completamente viciado.

Neste Espanha/Paraguai, os espanhois acabaram por passar às meias-finais com o resultado de 1-0, graças ao árbitro que anulou um golo limpo ao Paraguai e no jogo com Portugal aconteceu a mesma coisa, com um golo marcado em fora-de-jogo. A Espanha foi beneficiadíssima neste Mundial. Não acredito que venha a ser campeã mas se o for, não deixa de ser vergonhosa e escandalosa a protecção que lhe foi dada pelas arbitragens .

Neste Mundial gostei muito da eliminação da França. Foi vergonhosa a forma como chegou à fase final. Todos se lembram do golo fantasma contra a Irlanda, marcado por Tierry Henry com a mão e cujo lance, antes de a bola lhe ter sido endossada também já havia sido precedido de mão. A Irlanda foi arredada da fase final de forma indigna e anti-desportiva por isso gostei da triste figura que a França e o seu ridículo treinador fizeram neste Mundial.

Para já, temos nas meias-finais a Holanda, o Uruguai, a Alemanha e a Espanha. Há surpresas? Claro que há. Quem é que previa a eliminação tão precoce da Itália? E quem vaticinava a derrota do Brasil frente à Holanda? A Inglaterra caiu aos pés da Alemanha, num jogo com arbitragem polémica. Porém, num embate desta natureza, uma das equipas teria que ficar sempre de fora mas o resultado de 4-1 foi pesado.

Poderá haver mais surpresas porque o futebol é fértil em imprevisibilidades mas eu arrisco uma final entre a Alemanha e a Holanda. E justifico: o Uruguai está na meia-final com alguma felicidade porque o Ghana foi superior e teve várias oportunidades para marcar, inclusivé uma grande penalidade no final do prolongamento que falhou. Por tudo isso, com maior ou menor dificuldade, acredito na vitória da Holanda que conta por vitórias todos os jogos disputados.

Já quanto à outra meia-final entre a Alemanha e a Espanha, acredito na força e velocidade dos alemães, embora o futebol tecnicista e rendilhado dos espanhois lhes possa causar alguns problemas e muitos mais ainda se a arbitragem continuar a protegê-los.

Mas depois de tantas surpresas, o melhor mesmo é esperar pelo desfecho dos jogos.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

BRASIL E GHANA PERDERAM MAS JOGARAM PARA GANHAR


Portugal realizou contra a Espanha um dos piores jogos deste Campeonato do Mundo e o Brasil que se deixou contagiar um pouco com o mau jogo de Portugal, pagou hoje essa factura, ao ser irremediavelmente afastado pela equipa holandesa. Em minha opinião, o Brasil teve o jogo na mão e foi superior à Holanda, em jogo jogado, mas acabou por perder e o que conta, nestes jogos a eliminar, é a vitória e essa pertenceu aos holandeses.

Um dos grandes obstáculos do Brasil, neste jogo, foi o temperamental Felipe Melo que em todos os jogos protagonizou momentos de indisciplina e no jogo com Portugal pegou-se com Pepe, sobre o qual fez três ou quatro faltas muito feias.

Neste jogo com a Holanda voltou a mostrar o seu mau feitio, agredindo um adversário e por isso foi expulso e como se isso não bastasse, contribuiu também para a derrota do Brasil, ao introduzir na própria baliza, o primeiro golo da holanda. Esteve mal Dunga ao colocar em campo um jogador com estas características e, por isso mesmo, pagou um preço muito elevado.

Parabéns à Holanda porque enfrentou uma grande equipa mas jogou para ganhar. Entrou em campo sem medo e procurando chegar ao golo. A Holanda só ganhou porque quis ganhar o jogo e arriscou, dando a volta ao resultado e eliminando a grande equipa do Brasil, contra todas as expectativas.

Mas no outro jogo dos quartos-de-final, Ghana/Uruguai, também se assistiu a um grande jogo em que as duas equipas quiseram ganhar e proporcionaram um grande espectáculo. Na minha opinião, o Ghana teve mais chances para passar às meias-finais mas não as aproveitou. Inclusivé, o Ghana desperdiçou uma grande penalidade nos últimos segundos do prolongamento. Foi realmente uma infelicidade. O jogador do Uruguai defendeu a bola com as mãos, não sei se já para além da linha de golo e com esse seu gesto que aliás lhe valeu a expulsão, colocou a sua equipa nas meias-finais, pois a sua equipa acabou por derrotar o Ghana na marcação das grandes penalidades.

Destes dois jogos dos quartos-de-final, os seleccionados portugueses podem tirar algumas ilacções importantes, nomeadamente que devem entrar em campo, respeitando o adversário mas não tendo medo e jogando sempre para ganhar e nunca mais para perder por poucos. Enquanto não mudarem a mentalidade, todas as equipas do Mundo vão querer que lhes calhe em sorte a equipa portuguesa, porque é fácil de vencer.

Na fase final do Campeonato do Mundo, retirando o jogo com a Coreia, Portugal não marcou nenhum golo e fez exibições decepcionantes. A quem devemos culpar? Ao treinador ou aos jogadores? Para mim, as culpas cabem ao treinador que não é capaz de construir uma equipa ganhadora e desperdiça talentos porque não os sabe colocar em campo nas posições em que mais rendem.

A Federação tem que fazer alguma coisa para inverter o rumo da Selecção Nacional.